quinta-feira, 30 de junho de 2011

No jornal

Rosenilda da Silva Alves, 32 anos,
foi presa na última segunda-feira,
acusada de matar a própria mãe
após uma discussão fútil
durante o final de semana.
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No Sertão de Pernambuco.
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De acordo com a polícia, a discussão começou
quando a mãe, Maria Pastora da Silva,
de 82 anos,
teria pedido à filha para baixar o volume
do equipamento de som.
Irritada, Rosenilda
pegou um prato de vidro
e quebrou na cabeça da mãe.
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Maria Pastora da Silva, 82 anos,
foi socorrida por vizinhos,
mas não resistiu e morreu.
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Rosenilda foi encaminhada a um presídio
também no Sertão de Pernambuco.
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Um dos vizinhos, Seu Antônio, disse:
Cachaça. Foi cachaça.
O povo não sabe se divertir sem bebida.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Czech Republic

Preparação para pedalar na Czech Republic, encontrei no Lonely Planet:
"Praga tem um longo caminho pela frente antes de se tornar uma cidade amiga do ciclismo como são as grandes cidades da Alemanha ou mesmo Viena. Entretanto, há grupos de ciclistas trabalhando para promover coisas como a ida ao trabalho de bicicleta, o aumento na extensão das ciclovias e uma maior consciência dos motoristas. Tais esforços já estão dando frutos. Praga tem agora uma relativamente completa rede de ciclovias, porém ainda desarticulada. As ciclovias são sinalizadas com placas amarelas, cruzam o centro da cidade e espalham-se em todas as direções. Se você for um ciclista de pedaladas leves, provavelmente gostará de acompanhar um bike-tour guiado oferecido por uma das companhias de aluguel de bicicletas da cidade. Se você é um ciclista mais dedicado, considere comprar um bom mapa, alugar uma bicicleta e pedalar pelas trilhas em torno da cidade por um dia ou dois. As melhores trilhas de ciclismo são as que seguem para o Norte da cidade, seguindo o Rio Vltava em direção à Alemanha. No futuro, a rota ciclística Praga-Dresden será uma realidade, mas por enquanto há ainda significativos trechos incompletos no caminho. Para conhecer parte desta rota, você pode seguir o Vltava por ciclovias até a cidade de Kralupy (a 20km de Praga; é possível voltar de trem com a bicicleta). De Kralupy, você pode continuar seguindo o rio por estradas vicinais até Melnik. Existem muitas pontes e balsas para atravessar o rio e algumas trilhas bem legais levando para o interior do país ao longo do caminho. Para fazer essa rota a partir do centro de Praga, passe pela ponte Cechuv e siga em direção ao Zoo de Praga. As trilhas na margem do rio seguem na direção norte após o Zoo.
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Muitas livrarias vendem mapas para cicloturismo (cycloturisticka mapa, em checo). Um dos melhores mapas é o "Praha a Okoli" (Praga e Arredores; 1:75000), que custa cerca de 15 reais. Outra boa escolha para se guiar à noroeste da cidade é "Z Prahy na Kole, Severozapad" (Arredores de Praga de Bicicleta, Noroeste; 1:65000), que custa cerca de 8 reais.
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Lembre-se de levar água e protetor solar e mantenha-se atento aos automóveis."

domingo, 26 de junho de 2011

Desenho 2007-1441

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Desenho do ano de 2007 que reencontrei vasculhando pastas e gavetas. 20x14cm.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011

KGW-0200 - Animaltorista

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Este animaltorista da SUV de placa KGW-0200 estaciona a bosta do carro todos os dias em local proibido da Rua do Futuro, provocando enormes engarrafamentos na rua. É claro: a cidade pertence a ele, unicamente.
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terça-feira, 21 de junho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Bela bicicleta com caixote

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Bicicleta com caixote de plástico na frente para poder transportar muuuitas coisas. Amsterdam, junho, 2011. 
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Bicicletando Países Baixos

Então, eu tava revendo os caminhos que percorri com Eliane, de bicicleta, na província da Holanda do Norte, para calcular a quilometragem, curiosidade, já que quando lá a gente não cuidou de marcas, só de pedal. Duas pedaladas foram essas que segue.
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Nesse dia, uma pedalada de 50 km subindo (e descendo) o Rio Amstel.
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Nesse outro dia, uma pedalada de 65 km, conhecendo cidades à beira do mar interior holandês.
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terça-feira, 14 de junho de 2011

Desenho 20110513

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Coisas simples, um desenho, outros desenhos, semana de trabalho, fotografias, preparação para a próxima viagem. Objetivo, Czech Republic, República Tcheca. Eu não gosto desse T na frente, mas...
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pose para fotos em Amsterdam

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Revendo fotos. As galega tudo posando pra retrato na praça dos museus, Museumplein, em Amsterdam. Primavera, 2011.
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domingo, 12 de junho de 2011

Pedalando

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É talvez um auto-retrato, fotografia do guidão da bici, pedalando em ciclovia dos Países Baixos.
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sábado, 11 de junho de 2011

Cenas de Amsterdam

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Revendo fotos de Amsterdam. Bicicleta contra o sol das sete da noite. Curtindo um solzinho de primavera em um café.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Enchentes do Rio Una

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Estive visitando a região da Mata Sul de Pernambuco, observando os estragos das enchentes do Rio Una em 2010 e 2011. Ainda na parede dessa casa, a marca do nível da água barrenta do rio. E essa casa fica bem distante do rio, ao menos um quilômetro de distância.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Seu Maxixinho

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Este é Seu Maxixinho, 83 anos. Ele mora na Rua do Maxixe em uma cidade do interior do Brasil, e a rua tem esse nome por causa da família dele que foi a primeira a se instalar por ali. O avô dele, que tinha o apelido de Maxixe, foi quem morou nessa rua primeiramente. A rua de Seu Maxixinho já sofreu vários deslizamentos de terra com as fortes chuvas de 2010 e 2011. Quando ele me viu, visitando a rua, ele disse ao agente municipal  que estava comigo: "esse rapaz não é daqui, deve ser francês ou americano". Pedi a ele para bater a foto. Ele perguntou, depois, quando veria a foto. Eu mostrei a imagem na câmera e ele disse: "como eu sou bonito!".
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Spui

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A Spui (que se pronuncia spaw) é uma praça central de Amsterdam. Há centenas de anos atrás, aqui era uma grande porção de água que se ligava ao canal Singel. Por volta de 1880, a água foi drenada e a área ocupada. Em 1996, a praça foi renovada e proibida para automóveis.
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domingo, 5 de junho de 2011

Bicicletas em Delft

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Já de volta ao Recife, porém ainda olhando as fotos das férias. Bicicletas estacionadas em Delft.
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sábado, 4 de junho de 2011

Cenas de Lisboa, cenas de Portugal

Hoje, voltando para o Brasil, uma breve parada em Lisboa, um passeio pela cidade.
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 No metrô de Lisboa.
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 Esperando o bonde para subir ao Castelo de São Jorge.
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 Passeando pelo bairro do Castelo.
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 As ruas da cidade estão enfeitadas por conta das festas de Portugal, agora no início de junho.
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 Cenas do bairro do Castelo. O menu.
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 A Sé Catedral de Lisboa.
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 Hora do jantar, vinho e bacalhau no conhecido restaurante João do Grão.
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 É época de sardinhas assadas em Portugal.
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 Terreiro do Paço, Lisboa, oito da noite, primavera.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Amsterdam despedida

Hoje devolvemos nossas bicicletas na Mac Bike, coitadinhas, a gente estava acostumado com elas. Depois passeamos pela cidade, revendo alguns lugares e nos despedindo, já com saudades. 
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 Destravando as bicicletas na frente do hotel pela última vez.
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 Olhando a cidade, porta e bicicletas.
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 O belo edifício da OBA, biblioteca pública de Amsterdam.
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 Uma bicicleta meio um pouquinho mal estacionada.
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 Na famosa praça Dam, centro da cidade, estava acontecendo um campeonato de vôlei de praia.
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 Barraquinha de cachorro-quente na praça Dam.
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 Despedida, almoçamos no La Place da biblioteca, vinho rosé gelado que o dia estava muito quente.
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 Canais, canais, barcos, barcos...
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Despedida, Amsterdam às oito horas da noite.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Subindo o rio Amstel

Hoje dia de sol forte, céu azul de canto a canto, e feriado aqui na Holanda. Pegamos as bicicletas e começamos a subir o rio Amstel. Subir é maneira de falar porque a Holanda é toda plana. O Amstel é o grande rio cuja represa deu origem a cidade de Amsterdam. Os rios e canais na Holanda são acompanhados por ciclovias em todo o seu trajeto, em geral. Como era feriado, as ciclovias estavam movimentadas de gente passeando de bicicleta, gente de todas as idades. Os rios e canais também estavam cheios de barcos passeando e algumas pessoas tomando banho na água fria, principalmente crianças. Ainda em Amsterdam, passamos por uma ponte conversando em português, claro, e uma holandesa nos chamou pedindo ajuda. O povo holandês é sempre muito cordial e ela falou em português com sotaque. Ela entendia um pouco de português, e pediu que a gente traduzisse para o inglês uma mensagem que ela havia recebido de uma amiga, em português no celular. Traduzimos e seguimos. Nosso plano não estava definido, a gente ia seguindo o rio e consultando o excelente mapa das ciclovias da Holanda da Norte, a província em que estamos. Logo chegamos à cidade de Ouderkerk aan de Amstel. Quando a reforma protestante tomou conta da Holanda, os católicos de Amsterdam não tinha igreja na cidade e desciam até esta cidade para a missa, por isso a cidade tem o nome de Velha Igreja, Ouderkerk. Ouderkerk é pequena e linda e se espalha em torno das margens do Amstel. De Ouderkerk, a gente continuou acompanhando o rio, sem se preocupar em olhar o mapa. Fomos descendo. Depois da pequena cidade de Nes, a gente percebeu que estava seguindo um canal e não mais o Amstel, paramos para olhar o nosso mapa e um mapa que havia ao lado da ciclovia. Um casal holandês que também pedalava na região veio nos ajudar e mostrar onde a gente estava no mapa. Conversamos um pouco e descobrimos que ele sabia um pouco de português pois havia trabalhado na Varig. Eles ficaram surpresos da quantidade de cidades que a gente já havia conhecido pedalando, e também de saber que a gente estava vindo de Amsterdam. Eles pensavam que, como brasileiros, a gente não gostava de pedalar. Disseram que a gente parecia holandeses, pedalando tanto. Nós subimos o canal e voltamos ao Amstel, e atravessamos o rio de balsa, ao custo de 80 centavos as duas bicicletas. Depois da balsa, decidimos visitar a cidade de Uithoorn. Continuamos seguindo o rio, chegamos a Uithoorn e decidimos almoçar lá, em um restaurante com mesas ao ar livre, em cima de um deck dentro do rio. Depois do almoço, seguimos o Amstel no sentido de volta para Amsterdam, e logo entramos por uma ciclovia que passa por dentro da cidade de Amstelveen e que leva para a floresta de Amsterdam. A gente queria mesmo conhecer essa floresta, que se chama aqui de Amsterdamse Bos. Pedalamos por alguns trechos da floresta que é imensa - talvez do tamanho da própria cidade pelo que vê no mapa - e que tem trilhas, riachos, lagos, canais, trilhas para caminhadas e ciclovias, piscina pública, árvores, claro, e gramados imensos. Muita gente por lá, tomando sol, navegando, passeando. Depois que saímos da floresta, entramos na área urbana, passamos pelo Vondelpark e fomos deixar as bicicletas presas no bicicletário que fica na frente do hotel, para poder passear por Amsterdam a pé. Andamos muito pela cidade e seus canais, fizemos fotos, a cidade estava belíssima com sol forte até mais de nove horas da noite. Lá pelas dez da noite, fomos jantar no restaurante italiano La Traviata, que tem uma excelente comida, e a gente já foi tanto lá que já nos conhecem. Todo o pessoal é italiano, donos e garçons, e tem aquela alegria e calor próprio da Itália. As comidas são muito boas, sempre acompanhadas por mezzo litro de vinho italiano Chianti. E enfim anoiteceu, hotel e cama.
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 Começo do passeio, primeira ponte levadiça, exclusiva de ciclistas e pedestres.
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 Acompanhando o rio Amstel pelas ciclovias em suas margens.
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 Chegamos em Ouderkerk aan de Amstel. Esse local da cidade é ponto de encontro de ciclistas de todas as idades, que na beira da água tomam café, comem croissants e alimentam os patos do rio.
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 A igreja da cidade de Ouderkerk.
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 Ponte levadiça em Ouderkerk.
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 Continuamos seguindo o curso do rio Amstel, passamos pela cidade de Nes.
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 A foto mostra como funcionam as pontes levadiças. Um ocupante do barco desce e levanta a ponte, enquanto o barco passa. Se o barco só tiver um ocupante, a pessoa amarra a corrente, passa com o barco e volta para baixar a ponte.
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 Chegamos à cidade de Uithoorn e vamos almoçar, como muitos ciclistas estão fazendo ali.
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 Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor.
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 Voltamos, passamos pela cidade de Amstelveen e entramos na Amsterdamse Bos, a floresta perto de Amsterdam.
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 Eliane faz pose perto da piscina pública dentro da floresta.
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 Saindo de uma das trilhas da floresta.
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 Um grande canal que corta a floresta.
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 Depois que saímos da Amsterdamse Bos, encontramos essa nave espacial estacionada.
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 Voltamos para Amsterdam. Esse bar, às margens do Amstel, estava cheio e atende até os barcos que passam.
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 Passeando a pé por Amsterdam. Essa é uma parte da cidade de que gosto muito pois as casas estão em contato direto com as águas dos canais.
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 A foto não está de cabeça para baixo, é apenas o teto de uma loja de souvenirs.
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 E o teto de uma loja que vende tamancos.
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 A linda bicicletinha que tem desenhada nas ciclovias de Amsterdam.
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 A cidade às oito da noite, primavera.
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 A moça na janela olha o movimento, intenso, na praça. Estamos na Leidseplein, uma das praças mais movimentadas da cidade.
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 Uma bicicleta meio mal estacionada.
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 Amsterdam às nove e dez da noite, perto da Leidseplein.
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 Fritata e ravióli ao forno no La Traviata.
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 Café e o delicioso limoncello.
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Deliciosa, a comida do La Traviata.
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