quarta-feira, 17 de julho de 2019

Recife - Arcoverde: 270 km com Dahon


Cicloviagem de três dias com Dahon.


Viagem de bicicleta que nosso grupo de ciclistas faz todo ano para comemorar o aniversário do amigo Rodolpho, ciclista cuja família mora na cidade de Arcoverde, no interior do Estado de Pernambuco. Neste ano de 2019, fiz a viagem com a minha bicicleta dobrável. Como já escrevi aqui, esta dobrável Dahon Launch P8 consegue acompanhar as rodas grandes em quase todas as situações. No caso desta viagem, em todos os momentos, rodovias, estradas de terra, subidas e descidas, a Dahon acompanhou as bicicletas de pneus 26, 27,5 e 29 sem dificuldades. Nas longas subidas, tivemos inclinações de até 11%; todas as subidas foram feitas pedalando. Nas estradas de terra, a Dahon com pneu 1.75, sem cravos, teve ótimo desempenho em subidas, descidas, em terra dura e pedra e nos planos com terra mais solta. Enfim, como muitos fãs de dobráveis já constataram e afirmaram, as dobráveis são bicicletas adequadas a cicloviagens em qualquer tipo de terreno. A Dahon voltou imunda de terra, poeira e chuva, mas sem nenhum tipo de barulhinho ou folga. Segue resumo dos dias de viagem.


Primeiro dia, Recife - Bezerros, 105 km: sábado, 13 julho 2019. Partimos de Recife às cinco e trinta da manhã, com chuvisco. Seguimos pela rodovia BR-232, que é duplicada e tem bom acostamento. A chuva ficou forte e amainou diversas vezes. Houve um pneu traseiro furado na bicicleta de Eliane e demoramos a conseguir trocar a câmara. Mais adiante, um pneu dianteiro furado na Dahon, e essa troca de câmara foi rápida. Na cidade de Pombos, uma parada de reabastecimento e lanche no posto Arco-íris. Depois de Pombos, a longa subida da famosa Serra das Russas: são oito km de subida na qual se parte de 220 m para 520 m de altitude. Em cima, no planalto, paramos antes da cidade de Gravatá para almoçar em uma churrascaria rodízio. Depois do almoço, compl etamos o percurso até a cidade de Bezerros, e nos hospedamos no Hotel Brisa da Serra. Renilso chegou ao hotel com um pneu traseiro furado. A velocidade média foi de 16 km/h e a máxima de 35 km/h.


Segundo dia, Bezerros - Pesqueira, 113 km: domingo, 14 julho 2019. Partimos de Bezerros pela rodovia BR-232. O relevo é um sobe e desce infinito. O dia amanheceu nublado e chuvisquento. Passamos por Encruzilhada de São João, Caruaru e São Caetano. Após esta cidade, a rodovia passa a ser simples, com acostamento razoável. É um acostamento de pavimento rugoso, mas é largo e sem buracos. Ruy teve um pneu traseiro furado. Passamos por Tacaimbó e paramos em Belo Jardim para almoçar em um rodízio. Depois do almoço, passamos por Sanharó. No final da tarde, a gente chegava a Pesqueira. Na entrada da cidade, um pneu dianteiro furado na bicicleta de Eliane. Enchi o pneu em um posto de gasolina e deu para chegar ao Hotel Estação Cruzeiro. No hotel, troquei a câmara furada. A velocidade média foi de 15 km/h e a máxima de 45 km/h.



Terceiro dia, Pesqueira até a Casa de Taipa, zona rural de Arcoverde, 52 km: segunda-feira, 15 julho 2019. O pneu traseiro de Renilso amanheceu furado. O pneu de Eliane também, a câmara que eu colocara no dia anterior já tinha um furo. Coloquei câmara nova. Partimos do hotel, passamos na antiga estação ferroviária de Pesqueira e pelo centro da cidade. Logo iniciamos a subida para o Santuário da Graça e para o povoado de Cimbres. Sempre fazemos esse percurso por cima das montanhas por causa da beleza da paisagem e da tranquilidade da estrada. A parada no Santuário também vale a pena porque lá se descortina a vista de toda a região em volta e da cidade de Pesqueira. Continuamos a dura subida de asfalto para Cimbres, um total de 20 km com belas paisagens de rocha e vegetação. Cimbres é um povoado indígena com duas ou três ruas e uma igreja. De lá, continuamos por asfalto até o ponto em que adentramos por estradas de terra, algumas bem estreitas. São estradinhas que seguem por cima das serras da região. Descemos da serra e desembocamos no povoado de Mimoso. Voltamos para a rodovia BR-232 e enfrentamos a subida da Serra de Mimoso. No meio da serra, mais um pneu furado, trocamos a câmara e seguimos. Deixamos a rodovia e entramos por estrada asfaltada até o Povoado Caraíbas. De lá, por estrada de terra, continuamos mais alguns km até a Casa de Taipa. Esta é um propriedade rural da família de Rodolfo, com uma casa feita em taipa, e usada para festas da família. Lá nós tivemos nossa comemoração do passeio e do aniversário de Rodolfo, com comidas regionais e bebidas e muito forró. Fazia muito frio, novecentos e tantos metros de altitude. Enfim, já de noite, seguimos em carros para o Hotel Olho Dágua dos Bredos no centro de Arcoverde. A velocidade média foi de 12 km/h e a máxima de 44 km/h.
Na terça-feira, 16 de julho, feriado em Recife, retornamos de van para casa e fim de mais um passeio.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Dahon e Pedal Clube: 60 km

Passeio de domingo do Pedal Clube de Pernambuco, primeira volta com Dahon depois da revisão de mil km. Paulo com Dahon e Baga com Audax, encontramos o pessoal no Parque da Jaqueira. Um grupo de 11 ciclistas, guiados pelo Presidente Odilon, pedalamos cerca de 60 km. Passeio urbano pelas ruas da cidade, que estava bastante calma, pois acontecia o feriado de São João e boa parte da população viaja para o interior nesta época. A parada de reabastecimento foi feita na loja do posto JP. Depois do passeio, eu e Baga almoçamos no Bar do Neno, que também estava vazio. Total do ano: 4.243 km. Total com Dahon: 1.107 km.


quinta-feira, 20 de junho de 2019

Dahon Launch 1.000 km

A minha Dahon Launch P8 passou já um pouquinho dos mil quilômetros, 1.048 km pedalados de fato. Ela nasceu, para mim, no dia 12 de maio de 2019, portanto conta cerca de 38 dias de vida. Neste curto período, fiz pequenas manutenções semanais, lavagem e lubrificação. Agora, nos mil km, coloquei a bicicleta na oficina que costumo frequentar para uma revisão geral. Além de abrir e lubrificar os cubos e o eixo central, foi feito o rodízio de pneus, das sapatas de freio e da corrente. Nas minhas bicicletas, costumo fazer rodízio de correntes a cada mil quilômetros. Em geral, uso três correntes que se revezam a cada mil. Com isso, consigo uma vida útil mais longa para o sistema de transmissão.

A avaliação que faço da bicicleta aos mil km é favorável, assim como eu esperava ao comprá-la. Neste período, não tive nenhum problema mecânico, nem mesmo a natural folga dos componentes de dobragem – folga que é comum nesse tipo de bicicleta e que o próprio usuário retira apertando parafusos específicos que se localizam dentro dos mecanismos de dobra do guidão e do quadro. Como já relatei aqui, troquei as câmaras de ar originais porque não sustentavam a calibragem. Penso que eram câmaras sem butil. No mais, a única ocorrência foi um pneu furado por prego durante um passeio.

No momento, a bicicleta continua com seus componentes originais, acrescida de bagageiro e paralamas. Para a utilização cotidiana e em viagens, esses dois itens são essenciais. Bicicleteiros sempre estão pensando em upgrades, em itens para melhorar o uso da bicicleta. Penso, por exemplo, em um canote mais longo do que o original. O atual está colocado 2,5 cm acima do ponto de inserção mínima. Também penso em aros de parede dupla para suportar melhor o peso dos alforjes em viagens. Enfim, excelente bicicleta, sólida, resistente, veloz, acompanha o grupo com bicicletas 26 e 29, e sobe todas as ladeiras de inclinação mediana.

Ficha técnica Dahon Launch P8:

– coroa de 52 dentes
– cassete de 8 velocidades, 11-32t (11 – 13 – 15 – 18 – 21 – 24 – 28 – 32)
– corrente 1 KMC, corrente 2 Shimano
– canote de 58 cm com diâmetro de 33,9 mm.
– cubo dianteiro de 74 mm
– cubo traseiro de 135 mm
– pneus CST iso 47-406 (20×1.75), pressão máxima 45 psi
– câmbio Shimano Sora e passador Shimano Claris
– distância selim-solo 102 cm e selim-pedal 90 cm (para meu uso)

Total pedalado em 2019: 4.169 km / Total com Dahon: 1.048 km.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Arqueologia de blogs

É curioso como os blogs estão se tornando algo “digno” de uma arqueologia, ou menos, de alguma pesquisa, de forma semelhante aos livros mais velhos. Outras formas de registro eletrônico público, inclusive em vídeo, não apresentam uma clara linha do tempo pesquisável (por mês, ano), tampouco podem ser pesquisadas por palavras e expressões. Isto os blogs fornecem. Pode-se pesquisar a palavra "sublime" em um blog e obter os textos em que a palavra aparece. Pode-se verificar aquilo que foi escrito em um determinado mês e a sequência de publicações do mês.

Gosto de blogs por causa disso: permanecem ali, no tempo, quase imutáveis e fonte de pesquisa e até de conhecimento. Parece que nada se perde. Conheço uma pessoa que não fecha a conta do Fbook porque lá publicou muitos textos, todavia não consegue recuperar os tais textos, por falta de tempo e por falta de uma forma amigável de pesquisa e recuperação. Este “agoralascou” passou um tempo bloqueado a visitas. Depois liberei novamente porque vi que muitas postagens trazem material propício à pesquisa de quem deseja viajar de bicicleta ou mesmo conhecer mais sobre o assunto bicicleta. Todavia, este blog era (é) muito misturado: eu misturava temas de bicicleta com livros, arte, meus textos, meus outros interesses, tantos. Outro motivo para um certo abandono do “agoralascou” é a plataforma que o abriga, muito rudimentar, antiquada, dura.

Por tais motivos, a mistura e a plataforma, migrei para o wordpress e me dividi lá, um blog para bicicletas, um blog para livros e textos. De todo modo, face à importância sentimental deste “agoralascou”, tenho colocado aqui uma coisa e outra, sobras ou espelhos da outra plataforma.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Temporal e Dahon

Como sempre, de bicicleta para o trabalho e o retorno para casa. Manhã cedinho, céu nublado, mas da janela do apartamento não parecia que ia chover. Cheguei ao prédio do escritório e o céu estava preto, um volume de nuvens que entravam na cidade vindas do mar. Lá em cima, abrigado, décimo andar, e a chuva caiu com força total. Choveu boa parte da manhã e início da tarde. Ruas alagaram , árvores caíram. Duas e pouco, já sem chuva, pedalei de volta para casa. Muitas ruas ainda estava cheias de água, consegui desviar delas, cheguei em casa sem problemas.


segunda-feira, 10 de junho de 2019

Domingo Dahon 61 km

Recife/PE. Passeio de domingo, 9 de junho, 61 km. Época de muitas festas juninas. Paulo com a Dahon e Bagaceira com sua Audax, chegamos no Parque da Jaqueira para o passeio tradicional, ninguém, mais alguns minutos e chegou Humberto e pronto, partimos os três pontualmente às sete da manhã. Foi um excelente passeio, passamos por Olinda, olhamos o mar de Olinda, voltamos para o centro antigo do Recife, passamos pelo Aeroporto dos Guararapes e fizemos a parada de reabastecimento na loja de conveniência do posto JP. De lá retornamos pela ciclovia de Piedade e Boa Viagem, o mar de Boa Viagem, Cais José Estelita, Bairro do Recife. Eu e Baga nos separamos de Humberto no Espinheiro, e fomos almoçar no Bar do Neno, ótimo domingo, boa quilometragem e boa média.



quarta-feira, 5 de junho de 2019

Encontro de dobráveis

Recife/PE. Passeio noturno do Pedal Clube de Pernambuco. Fizemos 53 km e foi possível reunir duas bicicletas dobráveis aro 20 no passeio, a minha Dahon e a Mini de Odilon.


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Domingo Dahon 57 km

Recife/PE. Passeio de domingo do Pedal Clube de Pernambuco, fui com a Dahon, Bagaceira com sua Audax. O passeio de 57 km foi guiado pelo presidente Odilon Dias. Saindo do Parque da Jaqueira, seguimos por Torre, Engenho do Meio, San Martín, Jardim São Paulo, Aeroporto e subimos para os Montes Guararapes. Depois, Boa Viagem e parada de reabastecimento na loja de conveniência de um posto de combustíveis. Avenida Boa Viagem e Brasília Teimosa, onde paramos para o Caldinho do Mago. Neste momento, fui sorteado com o primeiro pneu furado da Dahon, provocado por um prego de 1,5 cm. Troquei a câmara e tudo ok. Daí em diante, seguimos pelo Cais José Estelita, Bairro do Recife e Rua da Aurora. No Espinheiro, uma manobra incorreta de um ciclista e ele teve o pneu furado na borda de um buraco. Trocou-se a câmera e seguimos juntos mais um trecho, até que os ciclistas foram se dispersando, cada um para seu destino. Eu e Bagaceira fomos para o Bar do Neno, onde almoçamos e fim.





quarta-feira, 29 de maio de 2019

600 km Dahon

A bicicleta Dahon Launch completou já 600 km de vida, inclusive com alguns dias de chuva. Mais info, clique aqui.


domingo, 26 de maio de 2019

Dahon domingo 52 km

Passeio de domingo com o Pedal Clube de Pernambuco, Bagaceira Gonçalves e Dahon. Partimos às sete horas do Parque da Jaqueira e percorremos 52 km, com destaque para a subida dos Montes Guararapes.