domingo, 31 de julho de 2011

Outro dia

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Dia desses, pedalando pelo Recife, e quem tirou a foto foi Odilon do Pedal Clube.
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Os fios

Fios

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"Os fios e os sustentáculos dos fios" (Italo Calvino). Arte contemporânea, deve ser.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Bicicletário e banco

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Encontrei no site Designboom este misto de banco e bicicletário. Foi projetado pelo estudante Matt Gray, da SCAD, Savannah College of Art and Design. Mais informações no Designboom.

Xadrez

(Jogos de vida e morte.)
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E assim em Nínive
Ezra Pound

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Sim! Sou um poeta e sobre minha tumba
Donzelas hão de espalhar pétalas de rosas
E os homens, mirto, antes que a noite
Degole o dia com a espada escura.

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Veja! não cabe a mim
Nem a ti objetar,
Pois o costume é antigo
E aqui em Nínive já observei
Mais de um cantor passar e ir habitar
O horto sombrio onde ninguém perturba
Seu sono ou canto.
E mais de um cantou suas canções
Com mais arte e mais alma do que eu;
E mais de um agora sobrepassa
Com seu laurel de flores
Minha beleza combalida pelas ondas,
Mas eu sou poeta e sobre minha tumba
Todos os homens hão de espalhar pétalas de rosas
Antes que a noite mate a luz
Com sua espada azul.

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Não é, Ruaana, que eu soe mais alto
Ou mais doce que os outros. É que eu
Sou um Poeta, e bebo vida
Como os homens menores bebem vinho.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Bicicleta de carga

Bela bicicleta de carga que encontrei pelo meio do caminho drummondiano. Vê-se que foi criação do proprietário a forma de prender a cesta branca, vê-se também o carinho que ele tem por ela. Eu vejo.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Safety wing ou afastador de perigo

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Minha bicicleta, agora usando o seu novo equipamento de segurança. Na embalagem, estava escrito em inglês "safety wing", algo como asa de segurança. Em português, alguns chamam de afastador de perigo. É claro que os motoristas brasileiros são analfabetos e não leram, nunca, o Código de Trânsito, onde diz que deve ser dada uma distância de um metro e meio para ultrapassar uma bicicleta. Eles continuam analfabetos e não é a "safety wing" que me vai livrar deles. Mas notei que tenho chamado mais atenção pelas ruas, no tráfego. É meio como usar o capacete. Os motoristas parecem acreditar que ciclista de capacete merece mais cuidado. Um pouquinho de nada. A asa de segurança também causa algum impacto, como se ali estivesse um ciclista "sério". Ora, todos os ciclistas merecem respeito e cuidado. E a solução para o tráfego passa pelo transporte público e pelas bicicletas, nunca passará pela estupidez que é um automóvel.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ciclistas do cotidiano

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Os verdadeiros atores do ciclismo não são os ciclistas de domingo com seus capacetes e roupas espaciais, são os que usam suas bicicletas pé-duro e urbanas para o transporte e para levar de tudo no bagageiro ou onde der.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Paisagem urbana

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O caos, os fios, recortes ligações, o descascado, o caído, o velho, o corrompido, o rasgado, o passado, a paisagem urbana.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bicicletário

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Dia de chuva. Caminhei pelo centro da cidade e encontrei esse raro bicicletário no estacionamento de um posto de saúde pública.
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Caminhando na cidade

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Caminhando pela cidade após dois dias de chuva intensa. Sol. Torre da igreja, Rua da Imperatriz Tereza Cristina.
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Um ponto delicado do ciclismo

Por JOHN TIERNEY- do New York Times
Como a maioria dos ciclistas, Robert Brown, no início, não viu necessidade de mudar o selim da mountain bike que ele pedalava há cinco anos em tempo integral em patrulhas para a polícia de Seattle. Quando pesquisadores do Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional (Niosh na sigla em inglês) propuseram novos selins sem bico, destinados a evitar a disfunção erétil, ele disse a seu supervisor: "Não tenho problema disso!"
Mas, depois de experimentar o novo selim, ele sentiu a diferença. Seu peso repousava sobre seus ossos pélvicos, em vez da área da virilha, que antes pressionava o bico do selim.
Durante o sono, quando ele estava sendo monitorado, a medição conhecida como "porcentagem de tempo ereto" aumentou de 18% para 28%.
Os resultados o fizeram mudar permanentemente p ara um selim sem bico, assim como a maioria dos policiais da patrulha ciclista de Seattle e das outras cidades que participaram da experiência de seis meses. Mas eles tiveram pouca sorte em converter os colegas, como se queixa Brown no número do boletim da Associação Internacional de Polícia Ciclista.
"O assunto sempre provoca risadinhas juvenis", ele escreve. "Eles nem escutam o tempo suficiente para compreender que parte da anatomia do homem está sendo protegida."
É a área de tecido macio chamado períneo, e não é apenas um problema masculino -ciclistas femininas também relataram dores e amortecimento nessa região genital. Mas nenhum dos sexos parece interessado nesses selins.
"Existe tanto pênis dentro do corpo quanto fora", explicou Steven Schrader, o fisiologista reprodutivo da Niosh que fez a experiência com os policiais. "Quando se senta em um selim comum, está sentado sobre o pênis."
Segundo as medições do doutor Schrader, 25% a 40% do peso do corpo é colocado sobre os nervos e vasos sanguíneos próximos à superfície do períneo. "Essa parte do corpo não deve suportar pressão", disse o doutor Schrader. "Em poucos minutos, os níveis de oxigênio no sangue caem 80%."
Ele descobriu que policiais que patrulham em bicicletas com selins convencionais tendiam a ter ereções menos duradouras do que não ciclistas. Em estudo de 2008 intitulado "Cortando o nariz para salvar o pênis", ele relatou que depois de seis meses usando selins sem "nariz", os policiais se queixaram de menos amortecimento enquanto pedalavam, maior sensibilidade e melhor função erétil.
Em outro estudo, as doutoras Marsha Guess e Kathleen Connell, que são uroginecologistas da Universidade Yale, descobriram que mais de 60% das mulheres ciclistas que usavam selins com bico relataram sintomas de dores genitais, amortecimento e irritação.
A evidência acumulada levou a Niosh a recom endar que os policiais e outros trabalhadores com bicicleta usem selins sem bico, que colocam a pressão sobre os "ossos de sentar". 
Exemplos incluem BiSaddle (usada por Brown), I.S.M., Hobson Easyseat, Spiderflex e Ergo's The Seat.
Mas poucos ciclistas estão prestando atenção. "Suponho que exista um pequeno nicho de pessoas para quem um selim sem bico poderia ser a solução", disse Peter Flax, editor-chefe da revista "Bicycling". "Mas um selim sem bico tem verdadeiros problemas em termos de função. Um ciclista pode fazer curvas usando o peso dos quadris contra o bico."
Brown e outros policiais insistem que aprenderam a manobrar com selins sem bico. E as pessoas nas aulas de spin não precisam conduzir as bicicletas para lugar nenhum; por que continuam sentadas sobre o períneo?
Jim Bombardier, que vive em Portland, no Oregon, e inventou a BiSaddle, foi às lojas armado de trabalhos científicos e desenhos, mas ninguém se interessou . Um dono de loja olhou para seu novo selim e resumiu o problema: "Este selim é um anúncio de 'Eu tenho um problema'. Quem quer isso em uma loja de bicicletas?"

Biografia de um chimpanzé - NYT

Por NICOLAS RAPOLD - New York Times
Que significado teria para um animal o fato de ele falar? O que de fato diferencia o animal do homem? Essas perguntas foram levantadas em um documentário novo sobre um chimpanzé chamado Nim Chimpsky que foi o sujeito de um experimento linguístico radical na década de 1970.
O filme, "Project Nim", deve seu nome ao estudo, que começou em 1973 com o chimpanzé Nim, na primeira infância, quando viveu com uma família de Manhattan e terminou, após muitas provações, em um santuário para animais no Texas, onde ele morreu em 2000.
"Como é o caso em biografias, você focaliza uma vida e encontra outras vidas no turbilhão da primeira", disse o diretor James Marsh, cujo documentário de 2008 "O Equilibrista", sobre Philippe Petit, que caminhou sobre um cabo de aço entre as torres gêmeas do WTC, recebeu um Oscar. Assim, "Project Nim" passa a tratar tanto das emoções humanas que cercam seu protagonista quanto do próprio Nim.
Marsh extraiu dos participantes no projeto um relato franco sobre erros e acertos cometidos ao longo da vida do chimpanzé. Entre os participantes estão Herbert Terrace, o ambicioso professor da Universidade Columbia, em Nova York, que fez com que Nim fosse criado como uma criança, e Stephanie LaFarge, antiga aluna que recebeu o primata em sua casa e em sua família de sete filhos e um marido.
Entre as outras personalidades estão Laura-Ann Petitto, a estudante que assumiu a educação de Nim quando ele cresceu demais para viver em um apartamento, e Bob Ingersoll, o companheiro de Nim depois da transferência abrupta dele, em 1977, para o Instituto de Estudos de Primatas da Universidade do Kansas, após a decisão de Terrace de pôr fim ao experimento.
O nome dado a Nim foi uma ironia com o linguista Noam Chomsky, que tinha afirmado que o uso pleno da linguagem é inato apenas nos humanos. Ao fazer Nim aprender a usar a linguagem de sinais, Terrace visava demonstrar que o chimpanzé era capaz de formar frases completas.
As brechas espantosas de preparo cometidas sob a direção de Terrace empurram a ciência para o segundo plano de uma história de hýbris, desejo, altruísmo e poder. Marsh sugere paralelos nos mundos animal e humano. À medida que vai crescendo, Nim vai tornando-se mais agressivo, enquanto Terrace emerge como um líder volúvel e envolvido com Petitto. 
"Uma das primeiras coisas que você aprende sobre chimpanzés é que há uma estrutura de poder muito precisa no interior de seus grupos", disse Marsh. Elizabeth Hess, que escreveu o livro lançado em 2008 "Nim Chimpsky, the Chimp Who Would Be Human" (Nim Chimpsky, o chimpanzé que quis ser humano) e foi consultora de "Project Nim", comentou: "Não é uma história bonitinha sobre um chimpanzé. Uma coisa que gostei no filme é que James se recusou a sentimentalizar Nim de qualquer maneira" (o filme está em exibição em Nova York e Chicago, vai estrear na Irlanda e no Reino Unido em 12 de agosto e será exibido pela HBO em 2012).
Um dos defensores mais acirrados de Nim foi Ingersoll, estudante da Universidade do Kansas que trabalhou com o chimpanzé.
"Considero Nim o melhor amigo que tive em toda minha vida", disse Ingersoll por telefone. Em Nova York, Nim chegou à capa da revista "New York", apareceu em "Sesame Street", da televisão, e até mesmo na "High Times", uma revista para fumantes de maconha, graças a um hábito que aprendeu na família de LaFarge.
Mas o comportamento semelhante ao de um humano do chimpanzé ocultava sua existência infeliz: preso em uma terra de ninguém, tendo sido criado como garoto, mas confinado como um animal.
"Terrace diz -não no filme, mas na entrevista-, 'se eu o ensinasse a falar, eu o controlaria'. E isso foi altamente revelador: a linguagem como instrumento de controle, não como comunicação", recordou Marsh (Terrace acabou por argumentar que, em lugar de formar frases, Nim meramente emulava respostas apropriadas).
"Há comédia e sátira implícitas na história", acrescentou Marsh. "Mas não estou certo de quem é o alvo da piada. Acho que, em última análise, foi o chimpanzé."

sábado, 16 de julho de 2011

Ciclistas em túnel

(Ciclistas passam por túnel em Praga, capital da República Checa, em fotografia do Google Car)
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Qual o sentido da fotografia em um mundo que se encontra totalmente fotografado? A pergunta começou mal, buscando o "sentido" das coisas, e contém uma inverdade, pois o mundo não está totalmente fotografado. Talvez, o único sentido de qualquer coisa, é que a coisa seja portadora de um sentido pessoal, um sentido subjetivo que só e apenas interesse e transmita "significado" ao próprio "dono" da coisa. É desistir - de forma absoluta - de qualquer tentativa de transmitir "sentido" ou "significado", é assumir que só existe "comunicação" consigo mesmo.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Matriz

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Dia de muito sol e céu azul. Caminhei pela cidade. Lixo e descaso por todo lado. Gente sem casa deitada pela rua, dormindo, embrulhada em lençóis. É o que se vê pelas ruas do Recife. Na foto, um pedaço da Igreja Matriz da Boa Vista, na rua da Imperatriz Tereza Cristina. A igreja começou a ser construída em 1784 e foi terminada 105 anos depois, em 1889.
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Só hoje descobri - no Lonely Planet - que essa maniazinha grotesca de prender cadeados em pontes, e que se espalhou pelo mundo todo, ou quase todo, surgiu por causa de um livro (e parece que teve filme também) um livro chamado Sou Louco por Você, de Federico Moccia, em que um casal apaixonado prende um cadeado na ponte Milvio em Roma e joga a chave no Tibre. Que risível. E a bobagem virou um vírus. E tome ponte cheia de cadeado. Risíveis amores. Kundera.
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Estive lendo o Bicycle Account 2010 da Prefeitura de Copenhague e encontrei o seguinte:
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Objetivos para 2015:
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- Percentual de pessoas que vão de bicicleta para o trabalho/escola - hoje é de 35% - para 2015, objetivo de 50%;
- Número de ciclistas seriamente feridos por ano - em 2010 foram 92 ciclistas - para 2015, espera-se 56 ciclistas;
- Percentual de ciclistas que se sentem seguros pedalando na cidade - hoje é 67% - para 2015, objetivo de 80%;
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Qual a outra parte em acidentes envolvendo ciclistas:
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- Motos e motonetas: 3%
- Outra bicicleta: 2%
- Ônibus: 1%
- Caminhão: 2%
- Van: 7%
- Táxi: 5%
- Automóveis: 78%
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O que faria os cidadãos se sentirem mais seguros e persuadidos a pedalarem mais?
Respostas dos não-ciclistas:
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- Mais espaço nas ciclovias: 33%
- Mais educação dos ciclistas: 55%
- Mais educação dos motoristas: 29%
- Mais ciclovias: 29%
- Melhor separação entre ciclistas e tráfego motorizado: 21%
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O que pode tornar os outros ciclistas menos irritantes?
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- Sinalizar suas intenções com as mãos: 40%
- Manter a direita: 32%
- Respeitar a luz vermelha nos semáforos: 24%
- Não usar o telefone celular: 23%
- Manter-se na ciclovia: 21%
- Usar campainha na bicicleta: 21%
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Duas iniciativas adotadas recentemente pela prefeitura:
- Lixeiras na margem das ciclovias, posicionadas para receberem o lixo em movimento;
- Footrest, um descanso para o ciclista apoiar o pé nos semáforos, com mais comodidade, sem descer da bici, e sem ter que botar o pé no chão.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pracinha do Diário e por aí

Dia de sol, caminhei pelo centro da cidade, onde é o centro da cidade?, céu azul e rio barrento como se pode ver nesse pedaço de cais quebrado. Aqui tudo é meio quebrado meio inteiro. Na livraria, fui buscar o livro que havia reservado, um presente.
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terça-feira, 12 de julho de 2011

Chuva e criança trabalhando

Dia de muita chuva, caminhei pela cidade, criança trabalhando, vende cajus, Brasil é uma vergonha, sempre. O mundo visto por baixo de um guarda-chuva. E uma igreja que eu nunca tinha visto antes, perguntei e me disseram que era de Santa Terezinha.
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domingo, 10 de julho de 2011

Pedal urbano com o Pedal Clube

Hoje, domingo, pedalada urbana com o Pedal Clube, do Parque da Jaqueira, na cidade do Recife, até Maria Farinha, na cidade de Paulista, ida e volta, cerca de 55km.
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Trajeto da pedalada, registrada no meu gps.
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sábado, 9 de julho de 2011

Visão do cão

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Pedalei pela cidade, um pouco, passei pelo atelier, e essa visão dantesca. O cão.
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Como foi que foi que esse aviãozinho...

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Rapaz, que tolice a minha: eu estava estudando umas ciclo-rotas perto da cidade de Melnik, na República Checa, e de repente encontrei esse aviãozinho no caminho. E eu me perguntava: que danado esse avião tá fazendo aí, no meio do nada, e como é que ele pousou ou foi levado para esse lugar. Ora, é claro, logo percebi, que o avião estava sobrevoando a região e o "nosso satélite"o fotografou. Essa é uma boa forma de termos certeza da enrolação, da farsa, de quem fala em disco voador, ufo, ovni. Com o planeta sendo fotografado todo o tempo, qualquer ufo seria também fotografado, ufa. Mas claro que os crentes podem falar que os ufos usam tinta invisível, blá, blá, blá...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Czech Republic

O Dancing Building, em Praha, visto de cima no Google Earth.
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Preparando a próxima viagem, lendo Lonely Planet.
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Arquitetura na República Checa.
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Puristas da arquitetura tem estado horrorizados com o que vem sendo projetado e construído na República Checa depois da Revolução de Veludo (1989). Eles apontam especialmente as centenas de shopping centers, hipermercados e mansões McDonalds que brotaram nas periferias das cidades. Apesar disso, tal arquitetura recente não foi uma perda total. Sem dúvida, a estrutura mais interessante construída no período pós-Revolução de Veludo foi o edifício conhecido como Dancing Building (1992-1996), no Cais Razinovo na Cidade Nova (Nové Mesto), parte sul de Praga. O edifício foi projetado pelo arquiteto croata Vlado Milunic e pelo arquiteto norte-americano Frank Gehry. Construído em um luga vazio criado por uma bomba perdida dos Aliados durante a Segunda Guerra, o edifício é um trabalho ousado cujas curvas parecem feitas sob medidas para as fotografias turísticas. A semelhança das formas do edifício com um casal de dançarinos logo deu origem a seu apelido, "Fred e Ginger", uma referência aos lendários Fred Astaire e Ginger Rogers.
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Há também uma nova e boa arquitetura de edifícios comerciais sendo desenvolvida nos antigos bairros industriais de Praga, como por exemplo Smíchov, Karlín e Holesovice. Um dos mais inovadores projetos de arquitetura dentro de um conceito de complexo de escritórios-e-residências está no bairro de Holesovice, onde projetistas estão reabilitando os edifícios da antiga fábrica de cervejas.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Czech

Lendo e preparando a próxima pedalada.
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A grande ironia de uma viagem à República Checa é que embora o país esteja mergulhado em história, essa história não é familiar para muitos visitantes. Londres, Paris e Roma se fazem instantaneamente reconhecíveis pois suas histórias e mitos fazem parte do modo como a cultura ocidental vem sendo tradicionalmente ensinada. Além disso, centenas de filmes já nos mostraram continuamente imagens e histórias características dessas cidades e de seus países. Injustamente, a República Checa não faz parte dessa forma de ensinar a cultura. Um passeio por Praga, por exemplo, revela um desconcertante grupo de Sigismunds, Borislavs, Bolelslavs e, especialmente, Václavs. Se você não é um estudante de gradução em História, provavelmente não reconhecerá muitos desses nomes e não compreenderá muito da sua importância. Isto é uma vergonha. Não apenas porque a história checa está cheia de fatos e personagens emocionantes, mas também porque a sua história é parte integrante da história da Europa como um todo.
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domingo, 3 de julho de 2011

Torre do Zeppelin

Hoje, pedalada do Pedal Clube, urbana, inclusive visitando a Torre do Zeppelin. Lá no bairro do Jiquiá, os zeppelins atracavam, vindos da Alemanha, entre os anos de 1930 a 1938. Diz-se que esta é a única torre de atracação de zeppelins conservada no mundo.
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 Torre do Zeppelin.

 Pedal Clube visitando a Torre do Zeppelin.

 Odilon fez o passeio em sua bicicleta Peugeot 1976.

 Pneu furado na frente do cemitério Parque das Flores.

Os vivos e os mortos.

Pedal Clube na ponte Princesa Isabel.