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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Em dia de pedalar chove


Ontem, noite de pedalar, tivemos chuva, ninguém pedalou. Então, hoje, o maior sol torrando a cidade toda.

domingo, 15 de julho de 2012

Chuva


Eeeera dia de pedalar, domingo, mas eis que o dia amanheceu assim, chuva forte.
Outras imagens de chuva no Recife:



domingo, 1 de julho de 2012

Números de pedal


Junho terminado, resumo das pedaladas dos meses anteriores. 
Como se pode ver, as muitas chuvas aqui em Recife fizeram com que a gente pedalasse menos. 
Em junho, consegui pedalar apenas 661 km.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bicicletário

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Dia de chuva. Caminhei pelo centro da cidade e encontrei esse raro bicicletário no estacionamento de um posto de saúde pública.
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terça-feira, 12 de julho de 2011

Chuva e criança trabalhando

Dia de muita chuva, caminhei pela cidade, criança trabalhando, vende cajus, Brasil é uma vergonha, sempre. O mundo visto por baixo de um guarda-chuva. E uma igreja que eu nunca tinha visto antes, perguntei e me disseram que era de Santa Terezinha.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Para começar

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Para começar a semana pedalando, foto de uma das minhas bicicletas me esperando no atelier, em um daqueles dias de chuva da semana passada. Para todos os lugares de bicicleta sempre.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sol bicicleta

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Quatro dias chuvosos no Recife, quatro dias sem usar bicicleta. O sol voltou, a bicicleta vai às ruas, muitas nuvens, ainda há a possibilidade de pegar chuva na volta para casa hoje. Assisti, mais ou menos assim, o primeiro episódio de uma nova série. Body of proof. Série simpática, bons atores, mas esquemática. Uma médica meio Sherlock Holmes, meio House, meio CSI, meio meio. Esquemática demais, deja-vu demais. 
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Chuva, gatinhos

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Desde sexta-feira, chuvas no Recife. Fortes e fracas, céu nublado. Na foto, os gatinhos da universidade onde estou se protegem do chuvisco. Como esta universidade tem curso de veterinária, muita gente vem aqui para abandonar gatos e cachorros, com a esperança (ou a certeza) de que serão cuidados por alunos e funcionários. Os edifícios da universidade estão tomados por cães e gatos abandonados. 

Venho de bicicleta para cá durante este período em que estou trabalhando aqui. Não há bicicletário. Amarro a bicicleta em uns combogós na frente da entrada. Há outras bicicletas estacionadas por lá.

Havia trilha e passeio de bicicleta para se fazer no final de semana, mas a chuva me fez ficar em casa, escondido. 

Vi dois bons filmes: "Contra a parede", de Fatih Akin, e "O casamento silencioso", de Horatiu Malaele. Em um momento de distração, vi trecho de um tipo de programa comum nas tvs: a família pobre que tem  o casebre completamente reformado. A família chega e chora a cada cômodo em que entra, sempre com cenas de antes e depois. Faltava apenas a tv voltar na casa uma semana, ou mês, depois para verificar que a família, sem grana claro, já vendeu todas as televisões de cristal líquido, a louça quadrada, os quadros e vasos inúteis, os brinquedos caros. O povo precisando comer vai é vender tudinho até a cerâmica do piso.
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domingo, 23 de janeiro de 2011

Chuva e bicicleta - Rain & bicycle


O domingo amanheceu chovendo, entre chuva forte e chuvisco, essa variação. Lá pelas nove horas, o sol apareceu forte, a chuva foi embora, as ruas até começavam a secar. Saí com a bicicleta confiado de que não choveria mais. Segui passeando, sem pressa, para o bairro de Peixinhos, passei na frente do Matadouro, prédio bonito mas sem cuidados, semi-destruído. Segui para Olinda, subi na cidade pelo Guadalupe. A cidade já está toda em clima de carnaval. Mas Olinda está se convertendo em um cenário - assim como a praia do Forte, na Bahia, e a praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco. Os moradores vão saindo, vendendo suas casas, e as lojas de coisinhas para turistas proliferam. Além da impressionante multiplicação de artistas e ateliês. Parece que em Olinda todo mundo é artista. 

Sol forte e muitos ciclistas fazendo o circuito das ladeiras. Voltei para o Recife e meu caminho me levou a passar pelo bairro do Recife. Quando eu estava indo para o bairro, as nuvens muito negras estavam vindo do mar. Havia tempo de fazer meia-volta e me recolher à casa, mas resolvi desafiar a certeza da chuva. Fui ao Marco Zero e ainda havia sol no lado esquerdo e nuvens escuras no direito.

A turistada ia e vinha, mas um certo casal me impressionou por simbolizar tudo que não gosto no turismo. Aliás, venho dizendo há algum tempo que deixei de ser turista para ser viajante.

Esse casal desceu de um carro nas imediações - ela com corpo, modo de andar e cabelo muito semelhantes aos de uma pessoa que conheci. Penso que pela semelhança é que fiquei observando os dois. Eles tiraram cinco fotos e não passaram mais de cinco minutos na praça do Marco Zero. Foi o tempo de eu tomar uma água de coco. Algumas fotos perto da água, algumas fotos com os edifícios antigos ao fundo. E foram embora. É possível que eles digam depois que conheceram o bairro do Recife, a praça do Marco Zero.

Começou um chuvisco. O povo começou a se esconder e sair. Somente um rapaz com um guarda-chuva colorido como sombrinha de frevo ficou na praça, encostado ao gradil, com o vento e a chuva fustigando. Eu que não iria esperar a chuva passar, então segui para casa. A chuva engrossou e pingos muito grossos. Cheguei em casa um pinto molhado.
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(The Sunday dawned rainy, between rain and drizzle, this variation. About nine o'clock, the sun came out strong, the rain is gone, the streets began to dry up. I took my bicycle and  I left home. I went walking, unhurriedly, to the district Peixinhos, I spent in front of former Slaughterhouse, beautiful building but without care, semi-destroyed. After, I went to Olinda. The whole city is already in a carnival atmosphere. But Olinda is turning into a scenery – like Forte Beach, in Bahia, and Porto de Galinhas Beach, in Pernambuco. Residents sells their houses and tourists shops proliferates. Apart from the impressive proliferation of artists and studios, it seems that everyone is artist, in Olinda.

Strong sun and many bikers making the circuit of the hills. I went back to Recife and my path led me to downtown. Very dark clouds were coming from the sea. I decided to challenge the rain certainty. I went to Marco Zero Square and still it has sun at left and dark clouds at right.

The tourists came and went, but certain couple impressed me for symbolize all that I do not like tourism. I've been saying I stopped being a tourist to being a traveler.

This couple fell from a car nearby – woman’s body, her gait and hair were very similar to one girl I knew. They took five pics and they did not spend more than five minutes in Marco Zero Square. Some photos around water, some pictures with the old buildings in background. And they went away. It is possible after they say they knew neighborhood of Recife, Marco Zero Square.

It got a drizzle. The people began to leave and hide. Only a guy with a colorful umbrella like as frevo umbrella was in square. I would not expect rain to pass, then headed for home. Rain very thick. I got home completely wet.)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Chuva no Recife


O dia nasceu nublado e chuvisco. Eu pensava que em breve a chuva passaria e eu poderia ir para o trabalho com a bicicleta. Fiz café, Eliane cortou as frutas e tomamos o café da manhã na cozinha, vendo o chuvisco caindo lá fora. Me preparei para sair. A chuva engrossou e parecia que não ia parar. Desisti da bicicleta ou mesmo da motocicleta e chamei um táxi. Enquanto o táxi não chegava, continuei um desenho. É um desenho começado no ano anterior e do qual eu não gostava nadinha. Mas ontem, no atelier, recomecei a mexer nesse desenho e ele, magicamente, começou a ficar melhor e começou, até, a ficar bom. O táxi chegou e interrompeu essa digna atividade e me levou para o trabalho pelo qual sou pago. Chovia forte no caminho, a cidade estava escura e as luzes vermelhas dos automóveis respingavam vermelhos nas gotinhas do vidro do táxi. Há coisas que as fotografias não dizem.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

depois da chuva

depois da chuva, bicicletas urbanas.
deu uma chuvarada em firenze. molhou as bicis e as ruas.
logo passou a chuva e as bicicletas voltaram a trafegar.
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