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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

É simples

Ora, é simples: o Brasil nunca vai sair da bosta que é. Olhe qualquer cidade civilizada. Não há fios elétricos estragando a paisagem urbana, não há outdoors, há calçadas e transporte público digno. Este país sempre estará mergulhado na miséria, cultural e educacional.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ruas

Flanando pelas ruas de London London, praticando a despedida da cidade. Passeando pelo Soho, Chinatown, Piccadilly, St James Park, revendo o Big e o Ben e depois, para finalizar, fomos ver a exposição de Gerhard Richter na Tate Modern. Excelente exposição, trabalhos importantíssimos de Richter.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Flanando pelas ruas de London London, vendo o xou caipira da troca da guarda, a bandinha tocou Abba, Chiquitita e Fernando entre as músicas, não é mentira. E turistas fotografavam de pertinho o cocô dos cavalos que ficava na esteira da passagem dos soldados, não é mentira também. Visitamos o Victoria & Albert e o Science Museum. Voltamos para o hotel de ônibus duplo deck, bacaninha.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

104

104 é um espaço para criação de arte, ensaios e exposições mantido pela Prefeitura de Paris. É um imenso galpão que foi restaurado para este propósito.













quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Yayoi Kusama e mais

Um dia frio, cerca de dois ou três graus nas ruas. Saímos para uma caminhada e - na minha opinião - é bastante confortável essa temperatura. Inclusive, com qualquer frio aqui, encontramos homens e mulheres correndo com roupas leves. Seguimos por ruas menos conhecidas e descobrimos a Rue de Lappe, bonita e medieval, e mais uma Passage especializada em móveis. Fomos conhecer o Viaduc des Arts. É um viaduto onde passavam trens até o século XIX e depois de desativada esta linha, foi transformado na década de 90 em oficinas, ateliers e lojas voltadas para arte. Há galeria de arte, luthier, aluguel de fantasias para filmes, tv, e festas, cafés e restaurantes. Primeiramente, passamos por cima do Viaduc, onde foi feita a Promenada Planteé, um caminho e jardim em cima do viaduto. Descemos no Jardin de Reuilly e voltamos acompanhando as lojas do Viaduc. Depois do almoço, entramos no Pompidou para ver as exposições. Gostei muito da exposição da artista japonesa Yayoi Kusama. E claro, fui rever as obras de arte do Museu de Arte Contemporânea e Moderna do Pompidou. Como sempre, muitos Picasso, Matisse, Bacon, Chagall, um Warhol, um Cy Twombly, um Joan Mitchell e mais e mais. É arte demais. 




















terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Depois de uma segunda-feira primaveril, hoje a cidade amanheceu coberta por uma névoa e a temperatura caiu para 5, 4, 3 graus. O tempo mudou absurdamente. Aproveitando a névoa, fui ver a exposição Baselitz Sculpteur no Museu de Arte Moderna de Paris. Se eu somente pudesse ir a uma única exposição em Paris, eu iria a essa. Além de que já admiro as pinturas de Georg Baselitz há muito tempo, as esculturas expostas são trabalhos impactantes, grandes, expressivos, enormes, forte. São grandes blocos de madeira de 2 a 3 metros de altura, trabalhados com serra elétrica, máquina de lixar, talhadeira e tinta óleo. E Baselitz já tem 74 anos. Há ainda algumas pinturas recentes e desenhos da década de 90. Maravilhosa exposição. As obras não podem ser fotografadas, então só fotografei os cartazes de entrada e comprei o livro da expo. As outras obras do acervo permanente do MAM pode ser fotogradas e coloquei abaixo alguns Delaunay, Matisse, Modigliani, Chagall. Na volta para casa, fotos do Pompidou e do Arts & Metiers.