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sábado, 20 de outubro de 2012

Sábado, caminhada na praia


Sábado, primavera entre aspas do Recife, sol e poucas nuvens, caminhada pela praia, sem pressa.






segunda-feira, 21 de março de 2011

Praia surf sol areia domingo

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Minha bicicleta pedala todo dia,
segunda, terça, quarta, mais.
Eita, ela não pedalou domingo.
Areia e sol e céu, mar forte ondas, domingo.
(Passei na rua da União e chutei o busto de Manuel Bandeira)
Tereza.
Ascenso.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Maracaípe

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Sábado e domingo dentro dágua do mar de Maracaípe, pegando jacaré nas ondas, disputando um pequeno espaço com os surfistas. No domingo, eu estava na água quando passou na estradinha de areia um grupo de ciclistas, talvez o APS, não deu para ver que grupo era.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

A menina da bolha

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Há muito tempo atrás - quando ainda existiam dinossauros - existiu um filme chamado "O menino da bolha" com um adolescente John Travolta - é, ele já foi adolescente - em que ele fazia o papel de um menino que tinha uma ausência de imunidade e vivia em uma bolha esterilizada. Hoje, domingo, na praia de Boa Viagem, encontramos essa menina da bolha. Coitadinha, provavelmente ela sofre de algum desses males contemporâneos, alergias, baixa imunidade, estresse.
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Fizemos uma bela caminhada na praia, sentamos à sombra de um guarda-sol e bebemos água de coco. Sol, mar e céu azul. Perfeito.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

primeira

primeira pedalada de novembro.
depois de sair do trab, a bicicleta segue pelo cais da alfândega,
viaduto das cinco pontas.
é belo o Recife de cima do viaduto das cinco pontas
olhando em direção ao Pina.
na hora a bicicleta pensou: é magnífico o Recife visto de
cima do etc etc, mas a palavra magnífico tá muito gasta,
até reitor se chama magnífico, até banda se chama.
descendo para a praia, a bicicleta pegou a ciclovia quase
logo no comecinho e seguiu.
mil metros depois do acaiaca, parou, tomou banho,
fotografou.
as ondas eram assim, maré cheia:



e a bicicleta olhava o mar desse jeito meio inclinado:


e depois de muitos banhos nas ondas fortes da ressaca,
a bicicleta volta pela ciclovia e antes de atravessar a ponte
vê o estuário, a bacia do Pina, e o Recife é somente água.



depois de atravessar a ponte, outras visões assim magn...
assim belas do Recife no cais zé estelita. o sol se põe a
si mesmo, pros lados do fim do Recife.


e a bacia do Pina, cheia dágua, quando a bicicleta olha
na direção de boa viagem.


depois do viaduto das cinco pontas, quase entrando para
o cais de santa rita, águas de rio e pontes e a tarde que
cai sobre o recife e pessoas de verdade caminham nas calçadas,
aquele lugar em que os enlatados não pisam, é perigoso.
o mundo todo é perigoso para o povo que anda em suas
latinhas particulares.


para uma terça-feira do recife, uma boa pedalada de sol,
céu azul, mar verde, cantando vez em quando algum verso
de "enquanto o mar inaugura, um verde novinho em folha".
ao final, quando a bicicleta chegou em casa, 32 km
haviam se passado por baixo de suas rodas.

outubro



final de outubro, emendando com feriado do dia dos mortos. peguei a moto e fui para uma praia distante nas alagoas. pensei em ir de bici, mas queria ir mais longe, mais rápido, e ficar com disponibilidade de procurar outra praia, outro hotel, outra pousada, caso não encontrasse vaga. saí sem destino, sem saber ao certo em qual praia iria ficar. só sabia que queria alagoas, que queria hotel ou pousada na beirinha da praia, tocando os pés na areia, praia azul. encontrei o que queria na primeira tentativa, sorte. fiquei três dias, variando uma rotina de banho de mar, agulha frita, água de coco, cerveja, banho de piscina, banho de chuveirão. longas caminhadas ao longo da areia, e caminhadas mar adentro na maré baixa para observar as piscinas naturais e os arrecifes. havia lua cheia à noite. sentava na frente da pousada, nas cadeiras, de dia mar e banhos, de noite lua e escuridão. e pensar pensar.
(a distância total pedalada em outubro de 2009 foi de 721 km).

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

tarde em boa viagem


amigo,

hoje, depois do trabalho, iria apenas pedalar para casa e me recolher àquelas tantas e tantas coisinhas aparentemente importantes que, ao fim, a gente nem sabe o que fez direito mas o tempo se foi como na ampulheta.
já no caminho de casa, de bicicleta, trânsito leve naquela hora da tarde, decidi que ia dar uma pedalada. em casa, um banho rápido e pensei, sim, pensei isso mesmo que vou colocar aqui: vou lá na praia de boa viagem ver o mar e pensar no sentido (na falta de sentido) da vida.
peguei a bici de novo, peguei o caminho da torre, cosme viana, imbiribeira, passei na frente daquele prédio colorido da faculdade universo, aeroporto. subi para o embarque, desci e passei no desembarque, segui para a alça que conduz ao outro lado da mascarenhas de morais, entrei para boa viagem, desemboquei na avenida de frente para o mar. segui pouquinho pela ciclovia.
escolhi um local em que havia bastante luz solar, local onde os edifícios não tapam a luz do sol, a água estava ela também banhada em sol.
desci para a areia com a bici. tirei a roupa de pedalar.
fui para a água do mar, claro que simplesmente deliciosa nessa quarta-feira.
molinha, friinha, agradável.
um homem velho ("deixa a vida e morte para trás") se exercita dentro da água.
um casal e seu filho. dois rapazes conversando na água.
um monte de gente jogando bola na areia.
a absoluta falta de sentido.
a água absoluta e o azul, também, absoluto.
depois de muito bãe de mar, areia para poder ficar olhando o mar.
hoje, por sinal, os aviões estavam fazendo outra rota para o pouso, não a comum de sempre. a comum de sempre é passando por cima de tapacurá, faz a curva, aldeia, alinha com a avenida recife e desce bem apontadinho para a pista.
a rota de hoje, eu já pousei fazendo ela, é bem emocionante, e esquisitinha, e claro, depende do vento para adotarem essa rota. o avião vem pelo mar e aponta em um espaço vazio sem edifícios, ali em boa viagem, acho que é em cima do parque dona FEIÚ, aquelas horrorosas marmitas com que se roubou um monte de dinheiro da prefeitura. então o avião vem do mar, passa no vazio, e aponta para a pista do aeroporto.
e ali na praia de boa viagem, hoje, ficava vendo os aviões vindo do nada, do mar, de repente, e avançando em direção aos edifícios, um simulacro do 11 de setembro até, e desaparecendo entre os edifícios.
depois de um tempo na areia, depois de um tempo na calçada olhando o mundo, dei uma grande circulada pela ciclovia, indo de uma ponta a outra e voltando e indo.
por fim, segui para o cais zé estelita, viaduto das cinco pontas, marco zero, ponte maurício de nassau e o caminho de sempre de voltar para casa depois do trabalho.
números:
distância de hoje = 64 km
velocidade média = 20,40 km/h
vel máxima = 38,30 km/h
distância acumulada de outubro = 689,70 km
total do odo = 9.861,0 km.