Uma pedalada indo de Amsterdam para Leiden, Holanda, na primavera de 2011.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Holanda - Primavera - 2011
Casas de madeira pintadas de verde, muitos canais e pontezinhas, é assim a pequena cidade de Marken.
.quinta-feira, 16 de junho de 2011
Bela bicicleta com caixote
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Bicicleta com caixote de plástico na frente para poder transportar muuuitas coisas. Amsterdam, junho, 2011.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Bicicletando Países Baixos
Então, eu tava revendo os caminhos que percorri com Eliane, de bicicleta, na província da Holanda do Norte, para calcular a quilometragem, curiosidade, já que quando lá a gente não cuidou de marcas, só de pedal. Duas pedaladas foram essas que segue.
.Nesse dia, uma pedalada de 50 km subindo (e descendo) o Rio Amstel.
.Nesse outro dia, uma pedalada de 65 km, conhecendo cidades à beira do mar interior holandês.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Pose para fotos em Amsterdam
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Revendo fotos. As galega tudo posando pra retrato na praça dos museus, Museumplein, em Amsterdam. Primavera, 2011.
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sábado, 11 de junho de 2011
Cenas de Amsterdam
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Revendo fotos de Amsterdam. Bicicleta contra o sol das sete da noite. Curtindo um solzinho de primavera em um café.
.terça-feira, 7 de junho de 2011
Spui
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A Spui (que se pronuncia spaw) é uma praça central de Amsterdam. Há centenas de anos atrás, aqui era uma grande porção de água que se ligava ao canal Singel. Por volta de 1880, a água foi drenada e a área ocupada. Em 1996, a praça foi renovada e proibida para automóveis.
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domingo, 5 de junho de 2011
Bicicletas em Delft
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Já de volta ao Recife, porém ainda olhando as fotos das férias. Bicicletas estacionadas em Delft.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Amsterdam despedida
Hoje devolvemos nossas bicicletas na Mac Bike, coitadinhas, a gente estava acostumado com elas. Depois passeamos pela cidade, revendo alguns lugares e nos despedindo, já com saudades.
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Destravando as bicicletas na frente do hotel pela última vez.
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Olhando a cidade, porta e bicicletas.
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O belo edifício da OBA, biblioteca pública de Amsterdam.
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Uma bicicleta meio um pouquinho mal estacionada.
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Na famosa praça Dam, centro da cidade, estava acontecendo um campeonato de vôlei de praia.
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Barraquinha de cachorro-quente na praça Dam.
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Despedida, almoçamos no La Place da biblioteca, vinho rosé gelado que o dia estava muito quente.
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Canais, canais, barcos, barcos...
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Despedida, Amsterdam às oito horas da noite.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Subindo o rio Amstel
Hoje dia de sol forte, céu azul de canto a canto, e feriado aqui na Holanda. Pegamos as bicicletas e começamos a subir o rio Amstel. Subir é maneira de falar porque a Holanda é toda plana. O Amstel é o grande rio cuja represa deu origem a cidade de Amsterdam. Os rios e canais na Holanda são acompanhados por ciclovias em todo o seu trajeto, em geral. Como era feriado, as ciclovias estavam movimentadas de gente passeando de bicicleta, gente de todas as idades. Os rios e canais também estavam cheios de barcos passeando e algumas pessoas tomando banho na água fria, principalmente crianças. Ainda em Amsterdam, passamos por uma ponte conversando em português, claro, e uma holandesa nos chamou pedindo ajuda. O povo holandês é sempre muito cordial e ela falou em português com sotaque. Ela entendia um pouco de português, e pediu que a gente traduzisse para o inglês uma mensagem que ela havia recebido de uma amiga, em português no celular. Traduzimos e seguimos. Nosso plano não estava definido, a gente ia seguindo o rio e consultando o excelente mapa das ciclovias da Holanda da Norte, a província em que estamos. Logo chegamos à cidade de Ouderkerk aan de Amstel. Quando a reforma protestante tomou conta da Holanda, os católicos de Amsterdam não tinha igreja na cidade e desciam até esta cidade para a missa, por isso a cidade tem o nome de Velha Igreja, Ouderkerk. Ouderkerk é pequena e linda e se espalha em torno das margens do Amstel. De Ouderkerk, a gente continuou acompanhando o rio, sem se preocupar em olhar o mapa. Fomos descendo. Depois da pequena cidade de Nes, a gente percebeu que estava seguindo um canal e não mais o Amstel, paramos para olhar o nosso mapa e um mapa que havia ao lado da ciclovia. Um casal holandês que também pedalava na região veio nos ajudar e mostrar onde a gente estava no mapa. Conversamos um pouco e descobrimos que ele sabia um pouco de português pois havia trabalhado na Varig. Eles ficaram surpresos da quantidade de cidades que a gente já havia conhecido pedalando, e também de saber que a gente estava vindo de Amsterdam. Eles pensavam que, como brasileiros, a gente não gostava de pedalar. Disseram que a gente parecia holandeses, pedalando tanto. Nós subimos o canal e voltamos ao Amstel, e atravessamos o rio de balsa, ao custo de 80 centavos as duas bicicletas. Depois da balsa, decidimos visitar a cidade de Uithoorn. Continuamos seguindo o rio, chegamos a Uithoorn e decidimos almoçar lá, em um restaurante com mesas ao ar livre, em cima de um deck dentro do rio. Depois do almoço, seguimos o Amstel no sentido de volta para Amsterdam, e logo entramos por uma ciclovia que passa por dentro da cidade de Amstelveen e que leva para a floresta de Amsterdam. A gente queria mesmo conhecer essa floresta, que se chama aqui de Amsterdamse Bos. Pedalamos por alguns trechos da floresta que é imensa - talvez do tamanho da própria cidade pelo que vê no mapa - e que tem trilhas, riachos, lagos, canais, trilhas para caminhadas e ciclovias, piscina pública, árvores, claro, e gramados imensos. Muita gente por lá, tomando sol, navegando, passeando. Depois que saímos da floresta, entramos na área urbana, passamos pelo Vondelpark e fomos deixar as bicicletas presas no bicicletário que fica na frente do hotel, para poder passear por Amsterdam a pé. Andamos muito pela cidade e seus canais, fizemos fotos, a cidade estava belíssima com sol forte até mais de nove horas da noite. Lá pelas dez da noite, fomos jantar no restaurante italiano La Traviata, que tem uma excelente comida, e a gente já foi tanto lá que já nos conhecem. Todo o pessoal é italiano, donos e garçons, e tem aquela alegria e calor próprio da Itália. As comidas são muito boas, sempre acompanhadas por mezzo litro de vinho italiano Chianti. E enfim anoiteceu, hotel e cama.
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Começo do passeio, primeira ponte levadiça, exclusiva de ciclistas e pedestres.
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Acompanhando o rio Amstel pelas ciclovias em suas margens.
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Chegamos em Ouderkerk aan de Amstel. Esse local da cidade é ponto de encontro de ciclistas de todas as idades, que na beira da água tomam café, comem croissants e alimentam os patos do rio.
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A igreja da cidade de Ouderkerk.
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Ponte levadiça em Ouderkerk.
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Continuamos seguindo o curso do rio Amstel, passamos pela cidade de Nes.
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A foto mostra como funcionam as pontes levadiças. Um ocupante do barco desce e levanta a ponte, enquanto o barco passa. Se o barco só tiver um ocupante, a pessoa amarra a corrente, passa com o barco e volta para baixar a ponte.
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Chegamos à cidade de Uithoorn e vamos almoçar, como muitos ciclistas estão fazendo ali.
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Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor.
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Voltamos, passamos pela cidade de Amstelveen e entramos na Amsterdamse Bos, a floresta perto de Amsterdam.
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Eliane faz pose perto da piscina pública dentro da floresta.
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Saindo de uma das trilhas da floresta.
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Um grande canal que corta a floresta.
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Depois que saímos da Amsterdamse Bos, encontramos essa nave espacial estacionada.
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Voltamos para Amsterdam. Esse bar, às margens do Amstel, estava cheio e atende até os barcos que passam.
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Passeando a pé por Amsterdam. Essa é uma parte da cidade de que gosto muito pois as casas estão em contato direto com as águas dos canais.
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A foto não está de cabeça para baixo, é apenas o teto de uma loja de souvenirs.
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E o teto de uma loja que vende tamancos.
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A linda bicicletinha que tem desenhada nas ciclovias de Amsterdam.
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A cidade às oito da noite, primavera.
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A moça na janela olha o movimento, intenso, na praça. Estamos na Leidseplein, uma das praças mais movimentadas da cidade.
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Uma bicicleta meio mal estacionada.
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Amsterdam às nove e dez da noite, perto da Leidseplein.
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Fritata e ravióli ao forno no La Traviata.
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Café e o delicioso limoncello.
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Deliciosa, a comida do La Traviata.
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