Dia de chuva na cidade, a ciclofaixa dos domingos ficou vazia., boa parte do tempo.
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 5 de agosto de 2012
De Recife a Orobó - 102 km
Altimetria do passeio de Recife a Orobó, com altitude máxima de 448 m.
Trajeto da pedalada Recife - Orobó.
Neste sábado, fizemos a pedalada de Recife até a cidade de Orobó, juntamente com o Pedal Clube de Pernambuco.
Saímos do Parque da Jaqueira pouco depois das cinco horas da madrugada, o dia ainda estava escuro, ruas molhadas da chuva da noite e um ventinho frio. Logo estávamos pedalando nas estradas fora da cidade. Seguimos por Camaragibe, São Lourenço da Mata, entramos pela BR-408, Carpina, Limoeiro, Bom Jardim e chegamos a Orobó. Houve uma parada no meio do trajeto para um lanchinho reforçado. Tivemos apenas um pneu furado e uma breve parada para o conserto.
O trajeto é sempre subindo, em grande parte. A parte final, chegando a Bom Jardim e a Orobó, concentra as principais subidas. Fui com minha dobrável Dahon Speed D7 e subimos todas as ladeiras do trajeto sem nenhuma dificuldade e com apenas as 7 marchas da bicicletinha. Ela é impressionante na subida das ladeiras e, claro, em todo tipo de estrada e de condições. Curiosamente, algumas pessoas ainda se espantam de alguém programar um longo trajeto cheio de subidas com a dobrável. Há uma visão, errônea, de que a dobrável só anda no plano, em piso bem lisinho e que cansa mais pedalar nela. Tudo errado. Alguns disseram "você é corajoso de ir com ela" (errado, não precisa coragem, sei do que a bicicletinha é capaz), outro disse "sobrevivendo às ladeiras" (errado, ela sobe com leveza e facilidade) e por fim alguém perguntou o que foi que eu havia modificado na bicicletinha para ela ter aquele desempenho. Claro que não modifiquei nada, a não ser a troca dos pneus finos por pneus mais robustos.
Foi um excelente passeio e uma excelente preparação para nossa (minha e de Eliane) próxima cicloviagem no Estado de Santa Catarina.
Por fim, depois da chegada na cidade de Orobó, tomamos banho em um hotel, almoçamos e voltamos em duas vans para Recife.
Distância total pedalada: 102 km.
Velocidade média: 17 km/h
Velocidade máxima: 55 km/h
Altitude máxima: 448 m.
Todas as fotos no Flickr, clique aqui.
domingo, 29 de julho de 2012
Pedal de domingo
Pedalada de domingo com o Pedal Clube de Pernambuco. Saindo às sete horas do Parque da Jaqueira, um pedal tranquilo de 50 km com velocidade média de 19 km/h e máxima de 31 km/h. Uma parada rápida na beira-mar de Olinda e o retorno para a Jaqueira.
Distância pedalada em julho: 564 km.
Distância pedalada com a Dahon: 494 km.
Todas as fotos no Flickr.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Pedal de terça à noite
Pedalada noturna de terça-feira do Pedal Clube de Pernambuco. Distância total de 41 km com velocidade média de 19 km/h e máxima de 35 km/h. Parada de reabastecimento na sorveteria em Olinda. Total pedalado em julho: 504 km. E a Dahon está com quilometragem de 434 km.
Eliane e Fabiana em Olinda.
Tiça Prota inaugurando sua nova dobrável Durban Bay 6.
domingo, 22 de julho de 2012
Pedal de domingo
Pedalada de domingo com o Pedal Clube de Pernambuco. Saímos do Parque da Jaqueira às 7h da manhã e circulamos por vários bairros da cidade. Percorremos uma distância total de 65 km com velocidade média de 20 km/h e máxima de 46 km/h. Total pedalado no mês de julho: 443 km. E a dobrável alcança agora a marca dos 373 km. Todas as fotos clique aqui.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Pedal noturno de quinta-feira
Enfim, depois das chuvas, conseguimos fazer uma boa pedalada noturna nesta quinta-feira. Foram 46 km com velocidade média de 22 km/h e velocidade máxima de 49 km/h. Com esta pedalada, a Dahon Speed D7 completou seus 308 km. O mês de julho está sendo fraquíssimo pois até agora só pedalei 378 km, uma vergonha (!). Na foto acima, minha amiga Patrícia Prota posa com a dobrável, ela que está toda animada para também se tornar dona de uma.
Sol forte céu azul
O dia amanhece de sol forte no Recife, céu azul, céu azul, sol, sol, sol. Será que a chuva vai embora de vez? Neste mês de julho, a produtividade quilométrica ciclística vai ser absolutamente vergonhosa. Hoje, sol, bicicleta na rua para vir ao trabalho, eis a dobrável no bicicletário. E fotos do céu azul. Vamo ver se dá para pedalar à noite.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
A grande questão sobre aro 20
As pessoas sempre perguntam aos felizes proprietários de bicicletas de aro 20 se eles não giram demais quando pedalam, por conta das rodinhas, e se as bicicletinhas conseguem acompanhar as grandalhonas. O texto abaixo, que adaptei deste aqui, responde a essa questão. Entretanto, penso que não basta aos incréus a resposta escrita, haveria que pedalar uns trinta ou quarenta quilômetros com as bicicletas aro 20 para poder compreender como elas se comportam. Segue o texto adaptado.
A maior dúvida que se
ouve sobre bicicletas dobráveis é: “Se as rodas são menores que
em uma bicicleta normal, isso significa que a dobrável vai ser mais
lenta ou que o ciclista tem que pedalar mais rapidamente para
conseguir acompanhar uma bicicleta normal?”.
A resposta é que as
bicicletas dobráveis são capazes de se mover tão rápido quanto
qualquer outra bicicleta dita “normal”.
O segredo está na
transmissão. Uma única pedalada em uma bici de aro 20 cobrirá a
mesma quantidade de terreno que uma pedalada em uma bici aro 26, 700
ou 29. Apenas as rodas pequenas vão girar mais que as rodas grandes.
Portanto, uma bicicleta aro 26 girando com coroa de 52 dentes e
catraca de 11 dentes vai percorrer a mesma quantidade de terreno que
uma bicicletas aro 20 girando com a mesma coroa e catraca. As rodas
da aro 20 é irão efetuar mais giros e não os pés do ciclista.
Daí, temos algumas das
vantagens das bici aro 20:
- bicicletas com rodas
pequenas sobem melhor devido ao menor diâmetro que precisa ser
rotacionado;
- bicicletas com rodas
pequenas aceleram mais rápido pela mesma razão;
- bicicletas com rodas
pequenas respondem mais rapidamente aos comandos de direção (isso
faz com que, inicialmente, o ciclista desacostumado a perceba como
uma bicicleta “nervosa” ou “arisca”);
- bicicletas com rodas
pequenas apresentam uma área menor e, portanto, têm menor
resistência ao vento de frente;
Testes têm mostrado que para uma velocidade de até 26 km/h, as bici de roda pequena são mais
eficientes que as de tamanho normal. Entre 26 e 53 km/h, há pouca
diferença entre elas. Somente com mais de 53 km/h é que as
bicicletas normais são mais eficientes que as de roda pequena.
Na minha experiência
recente com bicicletas de aro 20, percebi que elas mantêm uma
velocidade “de cruzeiro” em grupo (de 30 a 40 km/h) com
facilidade e que há sobra, ou seja, eu ainda poderia pedalar mais
rápido. Percebi também que mesmo com vento contrário, a postura
elevada não prejudica o desempenho, provavelmente devido à área
total menor de bicicleta e ciclista juntos.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O que resta
Que dia chatinho foi o de ontem. Logo de manhã, chuva e chuvisco. Não usei a bici para ir ao trabalho, fui a pé, molha menos. Final da tarde, sol, voltei para casa a pé, animado, achando que de noite daria para pedalar. Começo da noite e caiu uma chuva forte. Chuva parou mas as nuvens ficaram, céu muito nublado, desisti, desistimos de pedalar. E eu estava com o maior tesão de pedalar com a Dahon. Mal humor quando não pedalo. O que resta? Olhar as fotos do pedal anterior, domingo. Hoje, dia com sol e nuvens, vim de bicicleta para o trabalho. Bom.
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Avaliação de 200 km ou uma semana de vida
Avaliação de 200 km ou uma semana de vida - Dahon Speed D7
Outro dia, vi no blog de Robson Combat a indicação de uma reportagem da revista Época em que havia uma comparação entre a Caloi Urbe e Dahon Eco. Eu mesmo, antes de comprar a minha Dahon Speed D7, fiz muitas pesquisas na internet buscando avaliações da bicicleta. Claro, fiz alguns test-drive também, tanto em Dahons quanto em Caloi, Blitz e Durban.
Minha Dahon Speed D7 chegou há somente uma semana e já pegou muita dureza pelo caminho. E já completou também mais de 200 km rodados. Então, posso fazer uma avaliação desses primeiros 200 km e dessa primeira semana de convivência. Como pedalo cerca de 800 km por mês, em breve poderei avaliá-la com mil ou dois mil quilômetros. A bicicleta veio dobrada na caixa, só precisei tirar os papelões protetores, desdobrar, encher pneus e usar.
Vou utilizar a classificação de 1 a 5 que a moça da Época usou também. Coloco logo a pontuação para aqueles que têm pressa e não quiserem ler tudo.
Dahon Speed D7 (7 velocidades)
Simplicidade para dobrar: 4 (simples, fácil)
Qualidade das travas: 4 (ótimo)
Peso para carregar: 3 (médio)
Selim original Dahon: 2 (muito duro, troquei)
Pneus originais Dahon Rotolo 1.75: 3 (muito finos para nossos buracos)
Pára-lamas reguláveis: 4
Pedais dobráveis: 2 (plástico escorrega quando molha, troquei)
Altura do canote do selim: 5 (sobe bastante)
Altura do canote de guidão: 2 (não sobe o bastante)
Freios e manetes: 3 (bons)
Passador do câmbio Sram: 3 (não sou fã de grip shift)
Câmbio Dahon Neos: 4 (até agora, muito bom)
Velocidade final: 4 (35 km/h sem problemas)
Aceleração: 5 (arrancada excepcional)
No asfalto: 4 (muito boa)
No engarrafamento: 5 (excelente)
Na terra: 4 (muito boa com os pneus que coloquei)
Na lama: 3 (boa com os pneus que coloquei)
Na subida: 3 (boa, mas falta catraca)
Na descida 3 (boa, mas cuidado com buracos)
Postura: 5 (excelente para longas e curtas distâncias)
Furação de bagageiro: 5 (pegou até um bagageiro genérico)
Barulhos: 4 (silenciosa)
Acabamento: 5
... ... ...
Agora, para quem quiser mais informações, comento minha classificação.
Simplicidade para dobrar: 4
A bici é fácil de dobrar, basta seguir os passos corretamente. Com o treino, fica bem rápido. Dobrada, ela fica firme pois tem imãs que prendem as duas partes. Observo que meu objetivo principal não é comutar, então não dobro a bici com frequência. O prédio onde moro e o prédio em que trabalho dispõem de bicicletário, então não preciso dobrar para guardar. O objetivo da dobrável, além de usar todos os dias, é levar em viagens e às vezes comutar se for necessário, por exemplo na chuva.
Qualidade das travas: 4
As travas são boas e não apresentam folgas, até agora. Achei que a pressão de travamento diminuiu com o uso na primeira semana, mas o manual mostra exatamente como apertar/desapertar a pressão das travas e fiz isso. É simples e confiável.
Peso para carregar: 3
Não é levíssima para carregar, 12,5 kg quando original, mas é uma aro 20 de cromoly. Só carreguei em trechos curtos.
Selim original Dahon: 2
Pedalo todo dia e minha bunda é acostumada a selins, mas o selim original é muito duro, pedalei 40 km com ele, e depois mais 40 km, para testar, e preferi trocar pelo selim Calypso Sentus Point que estava em uma das minhas aro 26. Ficou muito melhor, bastante confortável.
Pneus originais Dahon Rotolo 1.75: 3
Pára-lamas reguláveis: 4
Os pneus originais são bons, mas não são adequados à buraqueira do Recife (do Brasil) nem aos meus caminhos e meu jeito de pedalar. É um bom pneu se você estiver em cidade de asfalto de qualidade. Como também pego estradas de terra, preferi trocar por pneus Maxxis Holy Roller de espessura 1.95. Ficou muito bom, me deu uma grande sensação de segurança. Os pára-lamas são reguláveis e permitem colocar um pneu mais espesso como esses de 1.95.
Pedais dobráveis: 2
Detesto pedais de plástico pois quando chove o pé escorrega. Pedal tem que ser de metal e com cravinhos para o pé ficar mais fixo. Troquei logo. Não uso sapatilha e clips. Pedais que não dobram não mudam o tamanho geral da bici quando dobrada.
Altura do canote do selim: 5
Tenho 1,80m, uso o canote bem alto (na altura adequada para minhas pernas), e ainda tem bastante espaço para subir antes da inserção mínima. Gostei.
Altura do canote de guidão: 2
Uso o guidão no ponto vermelho da inserção mínima mas ainda fica baixo para minha altura. O canote do guidão deveria ser mais longo. Penso em trocar o guidão para obter uma postura mais elevada.
Freios e manetes: 3
A bici freia bem, como qualquer bici aro 26 com freios v-brake. Os manetes são metálicos e confortáveis. A posição dos manetes é regulada com facilidade através do quick release do guidão.
Passador do câmbio Sram: 3
Não sou fã de passador grip shift, prefiro passadores rapid fire, mas esse passador Sram grip shift é muito bom, preciso e silencioso. Poderia dar nota 4, mas sou imnplicante com esse tipo de passador. Talvez ainda troque por outro.
Câmbio Dahon Neos: 4
Até agora, muito bom. Preciso, silencioso, até agora não precisei regular, está como veio na caixa.
Velocidade final: 4
O cassete vai de 11 dentes a 30 dentes. Usando a catraca de 11, a bicicleta desenvolve bastante velocidade. Nosso grupo de pedalar aqui em Recife costuma fazer uma pedalada mais rápida na quinta-feira à noite. Pude acompanhar o grupo sem qualquer dificuldade, até sobrando na performance, e no primeiro pelotão. Em alguns trechos longos, o grupo manteve velocidade constante de 35 km/h e percebi que ainda poderia ir mais rápido. Isto, sem girar em falso, girando no ritmo certo, e no ritmo das aros 26 e 29.
Aceleração: 5
Nas catracas maiores e para sair do zero, a bici tem excelente desempenho, uma forte aceleração. Não entro nessa de competir, mas penso que nenhuma aro 26 tem tal capacidade de aceleração.
No asfalto: 4
No engarrafamento: 5
Na terra: 4
Na lama: 3
Na subida: 3
Na descida: 3
Muito boa para andar no asfalto, tenha cuidado com os buracos brasileiros. Com a troca de pneus (de 1.75 para 1.95) os buracos preocupam menos.
No engarrafamento é excelente, bem melhor que as grandonas. Passa fácil em apertos em que a aro 26 não passaria.
Na terra, com pneus 1.95, muito boa, mesmo desempenho das aro 26.
Na lama, o pneu Maxxis que escolhi não é muito cravejado, é mais híbrido, então o desempenho foi inferior às minhas bici mtb.
Na subida, é surpreendente, pois pensava que teria dificuldades mas subi com tranquilidade praticamente todas as subidas que encontrei. Certamente, nos meus futuros trajetos longos, haverá subidas insubíveis. O cassete vai de 11 a 30 dentes. Penso em trocar, no futuro, por um cassete que vá de 11 a 34 dentes.
Na descida é bastante rápida, mas cuidado com os buracos. Tenho descido menos kamikazemente do que costumo fazer com as aro 26.
Postura: 5
Excelente postura para pedalar, bem elevado, boa visão, não senti nenhum incômodo de braços ou coluna. Mas, como já falei, o canote do guidão deveria subir mais.
Furação de bagageiro: 5
Não precisei comprar o bagageiro oficial da Dahon que custa algo em torno dos 250 reais. Peguei um bagageiro genérico muito mais barato que se adaptou perfeitamente.
Barulhos: 4
A bici é bastante silenciosa, nenhuma das travas faz barulho. Houve um barulho inicial no guidão, mas apertei a trava de acordo com o manual e passou. Vamos ver no futuro.
Acabamento: 5
O acabamento é muito bom e o design da bici foi muito bem pensado. As furações da garrafinha e do bagageiro vem fechadas com uma tampinha de plástico. Os parafusos das rodas vem cobertos com uma tampinha também. A furação dianteira para cesto ou alforge é muito legal, pretendo comprar o cesto no futuro.
Pode melhorar:
Não tive problemas com os aros, mas tenho um certo receio deles pois não são de parede dupla. Além disso, essa configuração sui generis de 20 raios na frente e 28 raios atrás, enquanto que o padrão é de 36 raios para o aro 20, pode trazer problemas futuros se você precisar trocar o aro por empeno ou amasso.
Estou muito satisfeito com minha dobrável Dahon. Sua nota geral seria algo entre 3 e 4, pois não testei a Dahon Jetstream, por exemplo. Espero ter ajudado a quem tem intenção de comprar uma dobrável um dia.
Outro dia, vi no blog de Robson Combat a indicação de uma reportagem da revista Época em que havia uma comparação entre a Caloi Urbe e Dahon Eco. Eu mesmo, antes de comprar a minha Dahon Speed D7, fiz muitas pesquisas na internet buscando avaliações da bicicleta. Claro, fiz alguns test-drive também, tanto em Dahons quanto em Caloi, Blitz e Durban.
Minha Dahon Speed D7 chegou há somente uma semana e já pegou muita dureza pelo caminho. E já completou também mais de 200 km rodados. Então, posso fazer uma avaliação desses primeiros 200 km e dessa primeira semana de convivência. Como pedalo cerca de 800 km por mês, em breve poderei avaliá-la com mil ou dois mil quilômetros. A bicicleta veio dobrada na caixa, só precisei tirar os papelões protetores, desdobrar, encher pneus e usar.
Vou utilizar a classificação de 1 a 5 que a moça da Época usou também. Coloco logo a pontuação para aqueles que têm pressa e não quiserem ler tudo.
Dahon Speed D7 (7 velocidades)
Simplicidade para dobrar: 4 (simples, fácil)
Qualidade das travas: 4 (ótimo)
Peso para carregar: 3 (médio)
Selim original Dahon: 2 (muito duro, troquei)
Pneus originais Dahon Rotolo 1.75: 3 (muito finos para nossos buracos)
Pára-lamas reguláveis: 4
Pedais dobráveis: 2 (plástico escorrega quando molha, troquei)
Altura do canote do selim: 5 (sobe bastante)
Altura do canote de guidão: 2 (não sobe o bastante)
Freios e manetes: 3 (bons)
Passador do câmbio Sram: 3 (não sou fã de grip shift)
Câmbio Dahon Neos: 4 (até agora, muito bom)
Velocidade final: 4 (35 km/h sem problemas)
Aceleração: 5 (arrancada excepcional)
No asfalto: 4 (muito boa)
No engarrafamento: 5 (excelente)
Na terra: 4 (muito boa com os pneus que coloquei)
Na lama: 3 (boa com os pneus que coloquei)
Na subida: 3 (boa, mas falta catraca)
Na descida 3 (boa, mas cuidado com buracos)
Postura: 5 (excelente para longas e curtas distâncias)
Furação de bagageiro: 5 (pegou até um bagageiro genérico)
Barulhos: 4 (silenciosa)
Acabamento: 5
... ... ...
Agora, para quem quiser mais informações, comento minha classificação.
Simplicidade para dobrar: 4
A bici é fácil de dobrar, basta seguir os passos corretamente. Com o treino, fica bem rápido. Dobrada, ela fica firme pois tem imãs que prendem as duas partes. Observo que meu objetivo principal não é comutar, então não dobro a bici com frequência. O prédio onde moro e o prédio em que trabalho dispõem de bicicletário, então não preciso dobrar para guardar. O objetivo da dobrável, além de usar todos os dias, é levar em viagens e às vezes comutar se for necessário, por exemplo na chuva.
Qualidade das travas: 4
As travas são boas e não apresentam folgas, até agora. Achei que a pressão de travamento diminuiu com o uso na primeira semana, mas o manual mostra exatamente como apertar/desapertar a pressão das travas e fiz isso. É simples e confiável.
Peso para carregar: 3
Não é levíssima para carregar, 12,5 kg quando original, mas é uma aro 20 de cromoly. Só carreguei em trechos curtos.
Selim original Dahon: 2
Pedalo todo dia e minha bunda é acostumada a selins, mas o selim original é muito duro, pedalei 40 km com ele, e depois mais 40 km, para testar, e preferi trocar pelo selim Calypso Sentus Point que estava em uma das minhas aro 26. Ficou muito melhor, bastante confortável.
Pneus originais Dahon Rotolo 1.75: 3
Pára-lamas reguláveis: 4
Os pneus originais são bons, mas não são adequados à buraqueira do Recife (do Brasil) nem aos meus caminhos e meu jeito de pedalar. É um bom pneu se você estiver em cidade de asfalto de qualidade. Como também pego estradas de terra, preferi trocar por pneus Maxxis Holy Roller de espessura 1.95. Ficou muito bom, me deu uma grande sensação de segurança. Os pára-lamas são reguláveis e permitem colocar um pneu mais espesso como esses de 1.95.
Pedais dobráveis: 2
Detesto pedais de plástico pois quando chove o pé escorrega. Pedal tem que ser de metal e com cravinhos para o pé ficar mais fixo. Troquei logo. Não uso sapatilha e clips. Pedais que não dobram não mudam o tamanho geral da bici quando dobrada.
Altura do canote do selim: 5
Tenho 1,80m, uso o canote bem alto (na altura adequada para minhas pernas), e ainda tem bastante espaço para subir antes da inserção mínima. Gostei.
Altura do canote de guidão: 2
Uso o guidão no ponto vermelho da inserção mínima mas ainda fica baixo para minha altura. O canote do guidão deveria ser mais longo. Penso em trocar o guidão para obter uma postura mais elevada.
Freios e manetes: 3
A bici freia bem, como qualquer bici aro 26 com freios v-brake. Os manetes são metálicos e confortáveis. A posição dos manetes é regulada com facilidade através do quick release do guidão.
Passador do câmbio Sram: 3
Não sou fã de passador grip shift, prefiro passadores rapid fire, mas esse passador Sram grip shift é muito bom, preciso e silencioso. Poderia dar nota 4, mas sou imnplicante com esse tipo de passador. Talvez ainda troque por outro.
Câmbio Dahon Neos: 4
Até agora, muito bom. Preciso, silencioso, até agora não precisei regular, está como veio na caixa.
Velocidade final: 4
O cassete vai de 11 dentes a 30 dentes. Usando a catraca de 11, a bicicleta desenvolve bastante velocidade. Nosso grupo de pedalar aqui em Recife costuma fazer uma pedalada mais rápida na quinta-feira à noite. Pude acompanhar o grupo sem qualquer dificuldade, até sobrando na performance, e no primeiro pelotão. Em alguns trechos longos, o grupo manteve velocidade constante de 35 km/h e percebi que ainda poderia ir mais rápido. Isto, sem girar em falso, girando no ritmo certo, e no ritmo das aros 26 e 29.
Aceleração: 5
Nas catracas maiores e para sair do zero, a bici tem excelente desempenho, uma forte aceleração. Não entro nessa de competir, mas penso que nenhuma aro 26 tem tal capacidade de aceleração.
No asfalto: 4
No engarrafamento: 5
Na terra: 4
Na lama: 3
Na subida: 3
Na descida: 3
Muito boa para andar no asfalto, tenha cuidado com os buracos brasileiros. Com a troca de pneus (de 1.75 para 1.95) os buracos preocupam menos.
No engarrafamento é excelente, bem melhor que as grandonas. Passa fácil em apertos em que a aro 26 não passaria.
Na terra, com pneus 1.95, muito boa, mesmo desempenho das aro 26.
Na lama, o pneu Maxxis que escolhi não é muito cravejado, é mais híbrido, então o desempenho foi inferior às minhas bici mtb.
Na subida, é surpreendente, pois pensava que teria dificuldades mas subi com tranquilidade praticamente todas as subidas que encontrei. Certamente, nos meus futuros trajetos longos, haverá subidas insubíveis. O cassete vai de 11 a 30 dentes. Penso em trocar, no futuro, por um cassete que vá de 11 a 34 dentes.
Na descida é bastante rápida, mas cuidado com os buracos. Tenho descido menos kamikazemente do que costumo fazer com as aro 26.
Postura: 5
Excelente postura para pedalar, bem elevado, boa visão, não senti nenhum incômodo de braços ou coluna. Mas, como já falei, o canote do guidão deveria subir mais.
Furação de bagageiro: 5
Não precisei comprar o bagageiro oficial da Dahon que custa algo em torno dos 250 reais. Peguei um bagageiro genérico muito mais barato que se adaptou perfeitamente.
Barulhos: 4
A bici é bastante silenciosa, nenhuma das travas faz barulho. Houve um barulho inicial no guidão, mas apertei a trava de acordo com o manual e passou. Vamos ver no futuro.
Acabamento: 5
O acabamento é muito bom e o design da bici foi muito bem pensado. As furações da garrafinha e do bagageiro vem fechadas com uma tampinha de plástico. Os parafusos das rodas vem cobertos com uma tampinha também. A furação dianteira para cesto ou alforge é muito legal, pretendo comprar o cesto no futuro.
Pode melhorar:
Não tive problemas com os aros, mas tenho um certo receio deles pois não são de parede dupla. Além disso, essa configuração sui generis de 20 raios na frente e 28 raios atrás, enquanto que o padrão é de 36 raios para o aro 20, pode trazer problemas futuros se você precisar trocar o aro por empeno ou amasso.
Estou muito satisfeito com minha dobrável Dahon. Sua nota geral seria algo entre 3 e 4, pois não testei a Dahon Jetstream, por exemplo. Espero ter ajudado a quem tem intenção de comprar uma dobrável um dia.
sábado, 7 de julho de 2012
Uma dobrável dobrada
Sábado de manhã, antes de sair de bicicleta para almoçar. Pequenos ajustes na dobrável. Como dizem os dahonistas (!), as travas desenvolvidas pela Dahon são melhores que as travas de outras marcas. Eu já pude verificar que é muito simples ajustar a pressão das travas de dobragem dessa bicicleta. Claro, tem um manual bem preciso que diz exatamente qual parafuso apertar ou desapertar. Fiz esses ajustes e, também, eu queria ver a bici dobrada de novo. É engraçado como, normalmente, essa bici já chama a atenção das pessoas. O povo passa e vem pedir informação, perguntar qual a marca e onde tem para vender. E quando estou dobrando ou desdobrando, a curiosidade aumenta.
Para almoçar, saímos de bicicleta, eu e Eliane, ela na sua gigantesca bicicleta aro 26 e eu na miudinha. Almoçamos, fizemos (fiz) uma demonstração de dobra e desdobra a Dahon e voltamos para casa.
sábado, 18 de setembro de 2010
Bicicletas urbanas
bicicletas no uso cotidiano. firenze é a cidade das bicicletas. usadas por todos, para todos os usos, em especial ir ao trabalho e ao estudo. as bicicletas, em firenze, estacionam por todos os cantos, no meio-fio, nos bicicletários, nas grades, nos postes. sempre amarradas com correntes por conta dos vândalos e dos larápios. que os há em todo lugar no mundo. o serumano (!) é um selvagem, intrinsecamente.
observe-se que as bicicletas são lindas, urbanas, com cobre-corrente e pára-lamas.
a bicicleta do rapaz é da marca Cinzia, italiana, dobrável. cor lindíssima. vimos muitas e muitas Cinzia por lá.
a bicicleta da moça é um modelo que chamamos de holandês, marca não identificada..
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