Essa foto é quase igual a outra, aqui, no mesmo local. Que posso fazer? É o meu caminho para o atelier e, novamente, havia uma cargo-bike meio-assim-meio sobre a faixa de pedestres. Fotografei. Adoro cargo bikes. Abaixo, mais um vinho experimentado aqui em casa.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Quinta do Encontro
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Ontem, que há de ontem? O caixa do banco e sua conversa. Saída do trabalho, bicicleta, casa, estudo de inglês. Que raiva de não dominar essa língua bárbara. Estudo inglês e leio o livro que estou lendo em inglês também, descobrindo até palavras curiosas. Faço intervalo para comer. Sopa de feijão com pedaços de batatas, croissants (falsos), uma fatia de torta de verdura, com uma meia taça de vinho português, o resto de uma garrafa já aberta, de nome Quinta do Encontro. Mais um pouco de estudo, deito e durmo.
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Hoje de manhã, céu azul total sem pingo de nuvem, bicicleta, ruas esburacadas, cidade sem prefeito. Uma luta pedalar nessa cidade. É necessário ser agressivo com os automóveis, para conseguir o nosso espaço, espaço dos ciclistas. Odilon diz que temos de pilotar atacando-defendendo. Sinalizo para os carros. Pareço maluco. É pior ser um maluco que parece maluco, é melhor ser um maluco discreto, não exibir a própria maluquez. Chego ao trabalho e um rapaz que sabe que trabalho nessa entidade difusa chamada "governo" me pergunta se o órgão das aposentadorias pode recusar a aposentadoria dele mais uma vez. Já recusou duas vezes. Sei lá.
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domingo, 4 de outubro de 2009
vinho também
como gosto de tantas coisas e não tenho especificidade, não só bicicleta, não só motocicleta, não só livros ou arte e assim por diante, não só filmes, gosto também de vinho.
e então, sem nada a fazer e já tendo feito todas as bicicletadas necessárias ao corpore sano, disse: vou tomar um vinho e era de noite, ela disse quero e o nosso amigo Mt disse também quero.
então preparei uns queijos que havia, parmesão, do reino, ricota, e uns salgadinhos que havia também, nada pensado, tudo na hora.
abri, abrimos um "rapariga da quinta", 2006, diz o rótulo feito com uva alentejana, alicante bouschet, aragonês e trincadeira.
mas não sei nada disso não, só sei que prefiro os vinhos portugueses, ásperos, rascantes, aos vinhos franceses, em geral, digo. em geral, sem saber de nada, é isso.
descemos a garrafa de "rapariga da quinta" ali na sala sem querer nada de mais, e músicas, bem vindas claro. e estava bom e abrimos uma outra garrafa, vinho português de novo. um vinho da região do rio Dão, o "cabriz", e gostamos também e continuamos e acabou a garrafa. um vinho, segundo o rótulo, feito com uvas alfrocheiro, tinta roriz e touriga nacional. portugal tem isso, uvas que outros países não tem... mas me parece que a itália também tem isso. foi assim e somente.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Carmenère
Quando Duílio Ferronato mostrou uma receita e sobre o
vinho que acompanhou a comida, falou que
"aqui em casa estamos na onda da uva carmenère chilena",
eu que sei nada ou quase nada de vinho, fiquei logo
querendo experimentar pois dessa uva eu não havia
comprado nenhum vinho ainda,
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desculpe a minha inguinorança.
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Também gostei desse negócio de "na onda" pois aqui
em casa também ficamos algum tempo na onda
de um determinado vinho ou tipo de.
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Então, na padaria-delicatessen-loja de conveniência
perto daqui de casa
(essa coisa mista em que a padaria se transformou),
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então vi um vinho dessa uva e como, me parece,
Santa Carolina é quase sempre um vinho bacana,
e porque não comprar, porque comprar, comprei-o-o,
e o preço estava adequado, coisa de 7 euros.
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Comprei esse Santa Carolina Reservado Carmenère
2005 e gostei bastante, tomamos no mesmo dia em
que comprei, realmente, uma uva de sabor diferente,
mais suave e pouca acidez,
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pena que não havia nenhuma receita especial para
acompanhar, ninguém aqui faz nada na cozinha,
apenas acompanhamos o vinho com queijo minas, pão
(como em Portugal, vinho com pão e mais nada)
e ainda, peito de peru defumado,
gostei mais com o queijo e com o pão, do que com
o peito de peru...
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Mais tarde, um café com chocolate.
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Pena que o efeito do vinho nao dure a vida toda,
pois eu sinto que vim (para o planeta Terra) com
um pequeno erro de ajuste, o botão um pouco virado
fora do lugar, ciclotímico,
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e uma garrafa de vinho compartilhada é suficiente
para rodar o botão para a posição certa e eu me torno
uma pessoa muito melhor, afável, simpática,
e o mundo todo se torna mais agradável...
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Por fim, é bom dizer que depois fui consultar o blog
Vinho para Todos e descobri que a tal uva carmenère
foi "varrida" da Europa por uma praga, século XIX,
e que o Chile é referência nos vinhos feitos com essa uva,
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e o blog Vinho Para Todos classifica com 4 tacinhas em um
máximo de 5, o Carmenère da Santa Carolina,
o que significa "muito bom".
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