Esta é a ciclovia que liga a cidade de Riga (capital da Letônia) à cidade de Jurmala, distante cerca de 20 km. Encontrei esta foto enquanto passeava pelos blogs da comunidade City Daily Photo. A foto pertence ao blog Riga City Photos.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Via Cláudia Augusta
Aline Sousa e Henrique Giese (da loja Rota da Natureza) acabaram de fazer o cicloturismo na Via Cláudia Augusta, passando por Alemanha, Áustria e Itália. Esta é uma foto de Aline mostrando uma das ciclovias do trajeto.
terça-feira, 24 de abril de 2012
14.8 - 36.1
Excelente ida para a Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde fui trabalhar hoje. Decidi ir pela Avenida Norte para experimentar, evitando os engarrafamentos e as ruas estreitas de Apipucos e foi muito bom. A Avenida Norte é bastante larga e a divisão no piso de concreto junto ao meio fio forma quase que uma ciclovia. Qualquer prefeito idiota poderia fazer uma ciclovia ali com custo mínimo. O tráfego no sentido subúrbio, o sentido em que eu ia, é pequeno, mas o sentido cidade fica engarrafado. Na volta da universidade, de tarde, resolvi experimentar a Avenida Norte de novo e foi bom novamente. O tráfego era mais intenso, mas os carros passam distantes da divisão no piso que forma a quase-ciclovia. Aproveitei, na volta, e entrei por ruas mais calmas, internas aos bairros. O total pedalado ida e volta foi 14,8 km e a velocidade máxima foi de 36 km/h. O trajeto da volta está abaixo.
terça-feira, 27 de março de 2012
Dá pra fazer
Em Recife - como na maioria das cidades - dá para fazer muitas ciclovias. Falta a vontade de administrar que os prefeitos da cidade nunca tiveram. A cidade requer soluções cotidianas para problemas cotidianos. Há que se dedicar à cidade, não à mediocridade de suas carreiras políticas.
No caso das ciclovias, todo prefeito pode começar fazendo pequenos (ou médios) trechos naqueles lugares que exijam o menor esforço para fazê-las. Em Recife, temos toda a Avenida Agamenon Magalhães que, com pouco investimento abrigaria uma ciclovia. A avenida é muito larga e tem bastante espaço sobrando no seu entorno. Daria para fazer uma ciclovia - no mínimo - desde o Centro de Convenções até o viaduto sobre a João de Barros, como mostro nas figuras abaixo.
É completamente exquível - a baixo custo - uma ciclovia acompanhando a Avenida Agamenon Magalhães (em vermelho, o projeto de ciclovia).
Aqui no detalhe se pode ver o grande espaço disponível para um ciclovia ao longo da Agamenon Magalhães.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Placas de ciclovias estão nascendo...
Tenho visto em alguns pontos da cidade, placas não oficiais de ciclovias, grandes e bastante visíveis aos motoristas (e ciclistas). São feitas em papel branco e coladas em locais estratégicos. Uma iniciativa muito boa. Não sei quem está fazendo isso, mas a população deve agir na completa ausência do Estado em que vivemos. E é óbvio que vivemos uma situação de AUSÊNCIA DO ESTADO, pois não temos saúde pública, não temos segurança pública, não temos educação pública e não temos políticas públicas. Temos apenas políticos que se ocupam com suas vidinhas e carreirinhas.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Preguiça
Preguiça
de fazer e preguiça de pensar. A Prefeitura do Recife quando abre uma nova rua,
ponte ou viaduto, nunca, nunca! pensa em fazer - concomitantemente - a
necessária ciclovia. Há casos, como na ampliação do Viaduto Capitão Temudo, em
que nem a calçada é executada. Isso significa que o pedestre, o cidadão, não
está convidado a caminhar e cruzar os rios da cidade. É o completo desinteresse
pela cidade e a ausência de preocupação com o cidadão. O único interesse é o
automóvel. No caso das ciclovias não realizadas temos, por exemplo, a extensão
da Av. Beira Rio após o cruzamento com a Ponte da Torre. A nova rua foi
construída sem ciclovia. E como se pode ver na figura abaixo, seria muito fácil
colocar uma ciclovia ali.
Em verde a possível ciclovia que a preguiça da Prefeitura do Recife não fez.
Vista geral da área - o prolongamento da Avenida Beira Rio - com as setinhas indicando onde deveria haver uma ciclovia.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Sufocados em São Paulo, ciclistas têm mais espaço em Santos e Sorocaba
Sufocados em São Paulo, ciclistas têm mais espaço em Santos e Sorocaba
LEANDRO MARTINS
ENVIADO ESPECIAL A SOROCABA E SANTOS
São 7h. Uma balsa que minutos antes havia partido do Guarujá atraca em Santos. Dela, em vez de carros, desembarcam multidões de ciclistas, em um movimento que se repete várias vezes ao longo da manhã. Um dia antes, no fim de tarde, em Sorocaba, trabalhadores voltam para casa de bicicleta em vias exclusivas e bem sinalizadas que cortam a cidade ligando regiões sem distinção, de bairros ricos a periferias com casas pobres. As cenas fazem parte da rotina dos dois municípios, que passaram a ver nas bicicletas um meio de transporte de fato. Isso colocou Sorocaba (99 km de SP) e Santos (72 km de SP) entre os principais modelos cicloviários do Estado.
Com um plano que prevê cem quilômetros de ciclovias até 2012, dos quais 75 quilômetros em operação, Sorocaba é apontada hoje como uma das cidades que mais bem investiram no transporte por bikes. Padronizadas com piso em vermelho e sinalização, as ciclovias são quase todas interligadas. Há bicicletários em terminais de ônibus, o que permite a integração, além de paraciclos pela cidade. O projeto de criar uma malha cicloviária ampla começou em meados de 2006, segundo o secretário dos Transportes, Renato Gianolla. Novas avenidas passaram a ser projetadas com canteiros largos, com espaço reservado para ciclovias, e vias já existentes foram adaptadas.
Em paralelo, a prefeitura implantou ações para tentar atrair a população, como passeios e conscientização. Grupos independentes também entraram na tarefa, como o Sorocaba Bikers, que tem cerca de 300 membros. Na prática, o uso das ciclovias ainda é maior por quem procura os espaços por lazer, reconhece o secretário dos Transportes. "Agora o desafio é incentivar [o uso] para o trabalho", afirmou Gianolla. A Folha esteve na cidade em uma quarta-feira. À tarde, no bicicletário existente no terminal rodoviário Santo Antônio, no centro, com capacidade para 60 bicicletas, havia seis estacionadas. Ao lado, em uma área reservada para motos, cerca de 40 ocupavam o espaço --fazer o trabalhador trocar o veículo motorizado pelo pedal, mesmo oferecendo a infraestrutura, ainda é difícil.
Santos é uma prova de que a consolidação do projeto cicloviário ao longo dos anos, aliada a uma boa infraestrutura, dá resultado. As primeiras ciclovias da cidade começaram nos anos 1990 e a expansão foi contínua --hoje são quase 30 km e ainda há obras em alguns trechos. A travessia da balsa entre a cidade e Guarujá, descrita no início do texto, é a maior prova de que a bicicleta faz parte da vida de muita gente na Baixada Santista. Segundo a Dersa, que administra a balsa, de dez a 12 mil ciclistas usam a travessia diariamente. A imagem dos desembarques nas primeiras horas do dia impressiona e faz lembrar o que se vê em grandes cidades chinesas, onde multidões se locomovem de bicicletas. O aspecto econômico é o que parece fazer mais diferença. "Se eu não usasse a bicicleta, teria de pagar dois ônibus, além da balsa, todos os dias", disse a secretária Maria José Soledade Silva, 37, que vai do Guarujá a Santos. Quem cruza a balsa de bicicleta não paga nada --se estiver a pé, gasta R$ 2,20. Segundo a Prefeitura de Santos, o uso da bicicleta já corresponde a 8% de todas as locomoções feitas na cidade, incluindo as de pedestres. A administração atribui boa parte disso às ciclovias. A topografia da área urbana, quase toda plana, favorece. A estrutura da rede cicloviária também é boa: há até semáforos exclusivos para bicicletas, embora muitos não respeitem o sinal vermelho. Também há problemas, como no trecho de ciclovia próximo ao cais, que acumula água quando chove e que aparenta não estar tão bem cuidado como o que fica na parte turística à beira-mar.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
sinal sinais
no nosso passeio de bicicleta no domingo passado, seguimos até a br-232, saindo de recife, e na volta até passamos por uma das raríssimas ciclovias do recife, aliás uma ciclofaixa. a cidade tem que ter é ciclovias de mesmo, ciclovias em que a bicicletas esteja fisicamente separada dos outros veículos. ciclovias de verdade.
domingo, 19 de setembro de 2010
É na rua mesmo
na minha humilde opinião, o que falta para que as gentes, em
Recife-olinda-jaboatão-brasil, usem a bicicleta é apenas usar
a bicicleta.
.
o que falta não são ciclovias e bicicletários.
eles ajudam.
o que falta para usar a bicicleta é usar a bicicleta,
me repito me (!).
.
nas fotinhas abaixo, umas ruinhas de Firenze e - como é comum lá -
as bicis estacionadas ao longo da via.
cadeado nelas, e estacionadas.
.
gostei das fotinhas.
.
Recife-olinda-jaboatão-brasil, usem a bicicleta é apenas usar
a bicicleta.
.
o que falta não são ciclovias e bicicletários.
eles ajudam.
o que falta para usar a bicicleta é usar a bicicleta,
me repito me (!).
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nas fotinhas abaixo, umas ruinhas de Firenze e - como é comum lá -
as bicis estacionadas ao longo da via.
cadeado nelas, e estacionadas.
.
gostei das fotinhas.
.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
bicicletando de tarde no Recife

(aeroporto do Recife, bike)
então, minha bici estava com o aro empenado, deve ter sido uma pancada forte nos buracos da última trilha, nas descidas, portanto o freio estava prendendo a roda quando girava, essas coisas. levei a bici para a oficina de kel, na torre, recife, que lá é bom e barato. quando fui buscar, já fui preparado para sair, dar uma pedalada, de tarde. uma tarde dessas do recife, que têm sido azuis azuis e só dá vontade ar livre.
levei logo capacete, bomba, câmara reserva. peguei a bici na oficina e saí por ali, torre, e fui descendo, cruzando caxangá e abdias, seguindo pela avendia do eros hotel, ponte e imbiribeira. procurei seguir o máximo possível por aquelas ruas de dentro e quando não dava, pela mascarenhas de morais mesmo.
cheguei ao aeroporto, subi a rampa para a parte de cima, embarque. adoro aeroportos, essa ligação com o mundo, essa vontade de ir, ou de fugir, quem sabe. fiquei ali, ao sol, na curva da rampa, observando o movimento. assisti um avião da tam taxiar, acelerar e descolar.
saí do aeroporto e atravessei a mascarenhas pela alça, não resisti e parei em cima da alça, é larga e sem perigo de tráfego, e fiquei urubuservando o movimento dos carros apressados nos dois sentidos, e os aviões da vasp, mortos, que vivem lá no aeroporto.
desci a alça e segui para boa viagem, sem planos, apenas a bicicleta me levando, cheguei na prai de boa viagem, aquele marzão azul ali sempre, pena que tem tubarão.
tomei uma água de coco, olhando o mar, a areia amarela do sol mais amarelo da tarde, depois segui pela ciclovia no sentido piedade. essa ciclovia é extremamente mal desenhada, bicicletas não andam em ângulos bruscos, andam em curvas suaves, quem desenhou aquela bosta nunca andou de bicicleta.
quase perto de piedade a ciclovia acaba de repente, como todos os arremedos de ciclovia e ciclofaixas do recife, começam de repente e acabam de repente, como se bicicletas se materializassem do nada e para o nada voltassem. esses prefeitinhos... esse anão da costa e os outros também, só pensam em eleição e mais nada.
atenção pseudo-urbanistas do recife, bicicletas não surgem do nada e depois se desmaterializam, as ciclovias tem que se ligar umas às outras, tapados!
pois bem, voltei do final da ciclovia, entrei novamente para a imbiribeira, viaduto, desci na mascarenhas, ponte motocolombó, madalena, torre, casa forte, apipucos e voltei para casa e pronto, foi isso, passeiozinho.

(bici na praia de boa viagem, foto de celular...)
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